quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Muito raros!


É raro cada forma de existir!
O tempo faz das inconsistências as respostas concretas que a gente busca das nuances. Somos ávidos por respostas prontas, que só recebemos na construção do instante.
Temos as mais variadas formas de sentir, ser, expressar. E quem dirá ou poderá nortear os passos da nossa criança interior? Não há certezas, você nasceu feito de amor e indagações que vão persegui-lo a vida toda: Quem sou? De onde vim? Quem me importa? Onde e em quem confiar? Com quem quero seguir?
Somos animais sociais, em essência. Formamos convicções, criamos lendas, concebemos deuses. Guerreamos por concepções, lendas, deuses. Guerreamos por espaço, por ordem, por ser quem estabelece a ordem, o senso de certo e de incorreto.
Chamamos de “justiça” coisas diferentes, a depender do lugar no qual fomos socialmente inseridos.  Encaramos amor, paixão, sexo, amizade, honra e valores da maneira como fomos socialmente ensinados.
E , ainda assim, não somos iguais nem mesmo dentro das mesmas bases sociais. E nessas diferenças, somos acréscimo, decréscimo, perdas e ganhos misturadas...um caos de percepções, absolutamente plurais! 
A bondade e a maldade, tudo em um único refratário.  A forma como nos relacionamos e como queremos ser e vir a ser.  Somos as escolhas que damos conta,também.  
Muito raros, muito raros, cada ser à sua maneira!  
Em cada respirar ou movimento, somos o milagre, a grande arte do planeta. #

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