quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Malévola



Das asas cortadas de uma menina
Dos sonhos amáveis, dos olhos brilhantes
Fez-se um rei cruel, sem semblante....

Mas mesmo a dor quando vira maldade
Remexe a essência e retorna à identidade
E o olhar dourado de quem nasceu para ser luz...
Volta da escuridão para ser o que reluz...

É, a malvada fada... foi só um anjo
Que teve suas asas cortadas
Mas que sarou no tempo e no olhar de outra menina:
Pois o amor sara, protege, recria. #


Porque "Malévola" têm embalado minhas insônias TPP (tensão pré-prova), deu vontade de escrever...sobre a bondade inerente que já nasce dentro de nós. Cada um de uma maneira ímpar.

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