Teço novos poemas
Rego as plantas no quintal,
Vejo as roupas secarem no varal...
Sinto banalidades e sou piegas....
Crio um novo mundo
De um mesmo ser...
Estou parindo a mim mesma
Numa forma estranha de renascer...
Estendo a mão e peço auxílio
Contemplo, contemplo...durmo para sarar
Mas não se engane, ainda tem um mar
Abissal e agitado, esperando com cuidado
E sem pressa, a hora de soprar...
O barco...o arco...a vela
A emoção sarar: a mais singela!
Para reinventar beleza, pois não encanto com o trivial
E sigo um caminho todo bordado à mão
Entre artifícios banais, sou mais alma e emoção!
Paraísos artificiais, luzes irreais
O que será que tem lá fora???
Pra que conceituar o que eu não sei?
Silencio e fico em paz....
(Só por agora).#
" Perceber que a cada minuto
tem um olho chorando de alegria e outro chorando de luto
(...)
mas tudo fica sustentado
Pela fé..."
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