quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Meu bem, você bem sabe...


Meu bem, você bem sabe...
as marés nunca são iguais
São maremotos de afetos
e flores reais!
Mas, quando mudam as estações
Parece que tudo fenece
Só que o peito perdoa, adormece
e logo somos dois tolos,
a mendigar um pela luz do outro...
Eu queria entender a fórmula
Equacionar nosso sangue latente,
ser mais plácida e até mais parecida
com teus sonhos de boêmio e amor ardente...
Mas eu...sou bicho do mato,
sou rosa - mas também sou cacto...
Numa estranha combinação
Cuja única certeza
é esse amor que (trans)pira nossa emoção
E, Deus...como eu queria ser!
Apenas o pedaço de céu
Que me leva até você... #


"Cordeiro de Deus que tirai os pecados do mundo, tende piedade de nós..."

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