terça-feira, 28 de julho de 2026

Malabarista!

     


Coração é mesmo circo:
Palco de choro e de riso
De tudo que faz gente feliz:
(Sara, cicatriz)

Vida é de comover: 
Sorriso de criança
Beijo de casal, filme de comédia
Mundo, mundo real!

Sentir o coração bater...

Vivo: pulsando na garganta
Na pele que toca, feito canção
No verbo que sai, perfeita oração
Conexão entre mãos...afeto!

Ah! emoção malabarista
Que vive de se encantar e suportar o tanto
Com as flores na esquina, com o papel de pão
O sonho de criança e o da antiga padaria...

Viver é mágico. Insisto: é mágico.
 - Sem o espanto de sentir, tudo o mais é ordinário: O quão vivo anda você? -

...E o que seríamos sem o teatro
O doce palco sagrado das pequenas sensações?
Cheiro de flor, gente que ri, que nos aquece com sua emoção!
Aquela ligação...aquela emoção...batendo, dentro de nós:

Alucinação.

Poemas, poemas:
Dancem nas mãos do malabarista
Que joga para o ar as certezas
E brinca de ser equilibrista! 

#



Só quem já viu o filme "Não sei como ela consegue" vai entender o título do poema . O fato é que o filme é lindo, e se você precisa de uns tempinhos em que a ternura case com o mundo real...eis um filme bom.
Que a gente continue a comover, porque coração é mesmo esse circo! Palco de choro e de riso (...opa! Vem mais um poema!) 

*Republicado de 2016. O quão vivo anda ...teu coração?

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