Um adeus tão manso quanto um domingo
Risco as linhas da poesia e, entre os risos do dia,
Não tem mais teu nome preso na minha língua...
"Suave coisa nenhuma" - ecoa nos recantos escondidos de mim...
A clara-luz-do-dia convida a viver...e eu vou
Sabedora que as estradas são o impulso da direção
Guardo teu beijo no coração
Deixo a memória de nós dois em paz
"...e ficamos suspensos/ Perdidos no Espaço...''
Quem diria que algo tão doce teria por epílogo essas canções?
Quem explica nossas emoções?
Quem as escolhe?
E as ondas do amazonas recolhem e levam o teu nome...
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