domingo, 26 de abril de 2026

Ausência Calma


 Uma ausência calma
Um adeus tão manso quanto um domingo
Risco as linhas da poesia e, entre os risos do dia,
Não tem mais teu nome preso na minha língua...

"Suave coisa nenhuma" - ecoa nos recantos escondidos de mim...

A clara-luz-do-dia convida a viver...e eu vou
Sabedora que as estradas são o impulso da direção
Guardo teu beijo no coração
Deixo a memória de nós dois em paz

"...e ficamos suspensos/ Perdidos no Espaço...''

Quem diria que algo tão doce teria por epílogo essas canções?
Quem explica nossas emoções?
Quem as escolhe?

E as ondas do amazonas recolhem e levam o teu nome...


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