quinta-feira, 21 de novembro de 2024

A Pele da Memória

 


  
Não é preciso entender:
A pele conta sua própria história
Dispensa apresentações:
Reconhece iguais pela memória...
 
Feito canção: toca-me
Entoa também no meu ouvido
Tudo diferente e tão igual:
Sabor, pele, gemido...
 
Espelhado o rosto presente
Dormiu no peito da minha mente
Noites adentro, no espaço do tempo
Carne pulsante, latente - pensamento.
 
Desisto: te puxo pra perto
Vilões e heróis são meras percepções
Apaga a luz para acender o melhor de nós
- As emoções!
 
Disco arranhado, eterno retorno:
 
Não é preciso entender:
A pele conta sua própria história
Dispensa apresentações,
Reconhece iguais pela memória...

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 Feito para essa música e vinda dela, inclusive e apenas.

Mas dá um friozinho na barriga ouvir a música e fazer o poema.  Obrigada, Marília e Xamã.

:)

 

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