terça-feira, 21 de agosto de 2012

E na morada do silêncio...

Marcas envolvem em breu
a lágrima escorre silenciosa
versos ecoam o que morreu
não mais sons,tons, prosa...

Na morada do silêncio
o verso é um baque...oco
a desassossegar o ócio...

Sonhos viram fantasmas
no mundo ilusório da veracidade
brincando em amorfas formas
flertando com a impossibilidade

Loucura, vida sem ar...vadia
esculturas de gelo e dor
tarde intépida, anestésica,vazia!...#

2 comentários:

  1. Larinha, sua linda. Quero ir ao desiderare. Se der tudo certo e a vida não me consumir, lá estarei eu.
    Luz para ti! =**

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