Nem toda coroa é ... realeza
Nem toda cara é verdadeira
E a moeda, por inteira
às vezes, não vale nem a linha do poema.
Nem toda palavra é sine cera
Nem toda besteira é brincadeira
E tudo, tudo, está exposto
à geleira inexorável do tempo...
Que aprimora e nos mostra:
Entre cara e coroa, toda janela é exposta
E a verdade é que a vida é muito menos ordinária
Entre cara e coroa, toda janela é exposta
E a verdade é que a vida é muito menos ordinária
é real e colorível viço:
A vida é...feitiço!
E só descobre quem acredita nela
- às vezes, o preço e o valor
Estão muito além de tudo isso -
#
Fiz esse poema depois de me reler, na crônica de 10 anos atrás...a vida tem mesmo, tem mesmo e mesmo seus valores e apreços.
Eu ainda gosto de violões sem cordas :)

Nenhum comentário:
Postar um comentário