Eu sei,
Não sou a pessoa mais exata do mundo
Tomo cafés amargos com bolos de chocolate
Gosto de pingos de água, tempestade emocional
Verdadeiro vendaval
Sorrio para o nada, mas não falo nem boa tarde a estranhos
Faço pouco cálculo: horas, dias
Perdas, ganhos.
Deve ser difícil esperar de mim alguma precisão...
Não tente, bem.
Eu, por fim, já desisti
Prefiro sentir, acolher e perceber
Estender meu coração
Acolher a dualidade
E bem-viver...
Mas, será que o mundo inteiro não é mesmo assim?
Se não existe nem mesmo um único grão de areia igual
Porque pedir métrica de mim?
Não faça isso, bem...não alargue nossos espaços por esperar o que não sou
Apenas abraça-me enquanto estou
Inteiramente aqui...
#
"No fim,
É sobre estar
Com quem gosta daquela pessoa que gostamos de ser..."
É sobre estar
Com quem gosta daquela pessoa que gostamos de ser..."
Estou revendo uma baita série de 'conforto', nas horas vagas: Sex and the City.
E registrei em poema minha enorme torcida pela Carrie e pelo Aidan.
Carrie e Aidan podem não fazer uma série inteira funcionar, porque são reais, calmos, gentis e nada 'comerciais'. São reais e afáveis: Mas são o tipo de coisa que a vida real merece ensaiar e viver, afinal, afeto bom é assim..
P.s: Republiquei este poema de 21.03.2027, porque gosto dele. Mas não sei se concordo mais com o que disse, acima...e vou me contradizer. Tudo bem que Aidan foi um cara decente com a Carrie, mas ela não gostava dele...e sentimento é a melhor e mais profunda coisa que temos...não adianta ''paz sem voz'', sem tum tum tum do coração...sem rir à toa...sem sentir...
(Jaci do Presente assina aqui).
LUZ! :)

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