Poesia, Filosofia de boteco, Observações do Cotidiano e o que mais vier p´ro mundo da lua! ;)
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CONSIDERAÇÕES SOBRE O BLOG :1 - Viva a liberdade poética e a proteção aos direitos autorais!Toda vez que posto algo,indico autor. Se não o faço, é porque é a autora quem vos posta.2) Imagens? -Dr.Google. Exceções? Indico autoria. 2) -Poemas,velhos caducos que falam de tudo.NEM SEMPRE FALAM DO QUE SINTO! ... ***quem dera...***
As cores cinzas do horizonte...teu cigarro na varanda
O fogão que faz a janta
O chá que fumega um tipo de inexplicável aconchego,
Um cheiro, um beijo...
- É, nem tudo é sobre profundidades, meu bem!
Superfícies não são superficialidades:
- Brinda comigo as brevidades...
Às vezes, o cinza do dia é suficiente para ser tão cheio de arte e cor
E a vida faz sentido:
Pele, arrepio, gemido...cabelos, mãos
... tum tum tum do coração...
A poesia às vezes se enche das brevidades de um jeito estranho,
Quase aleatório...
e, ainda assim, tão belo!
A natureza do todo tão encaixado para a tarde acontecer
No entremeio da loucura,
- Uma pausa pra gente se viver -
Não há tantas questões assim,
é só uma questão de quereres
Por isso, hoje admiro tanto os franceses
Aquela crueza elegante que permeia até o ar...
Então,
Põe Zaz na sala,
deixa eu me apresentar...
Esse poema nasceu de rever uns episódios de sex and the city, de um encontro da Carrie com um francês....rs. E de refletir sobre as brevidades, as superficialidades e as questões complexas e simples que envolvem as relações.
Mas pode ser mais leve que isso, para você, que me lê. :)
P.s: Publicado porque o dia está tão coloridamente cinza...e gosto tanto de dias assim, que fui buscá-lo dos rascunhos. :
Quem és? Perguntei ao espelho Que repetiu em mantra, segundos depois... Mas, que pieguice: Meu cérebro havia pensando ! E antes, as células programado..
- São detalhes de um mesmo roteiro Que, no entremeio, O lábio cumpriu... -
Repetição da repetição: segundos atrás achei que era novidade!
E disso, o Universo riu sem piedade,
Pois mesmo as células de minha mão
Já foram estrelas, bem disse Carl...
- E assim, fique (in)tranquilo: Tudo se reinventa, meu bem... O igual está estaticamente paralisado: Morto de tanto gostar de ser exato!
De não permitir-se transgredir à transgressão!
Por isso, hoje,
Antes de responder à questão Apenas uni as mãos:
Agora sou uma constelação...
(''Sol-te'')
#
Mesmo o 'sol-te' foi quebrado, pois a novidade é que algumas repartições não querem mais muros, em Macapá...o que já é mesmo uma feira maluca - como é tradicionalmente chamada nossa feirinha - porque as repartições já são muros, per si - ou pelo menos, divisões - que antes de disso tudo, foram criadas sem muretas.
Esse poema foi sentido quando passei em frente a este muro e vi que foi derrubado...e pensei em quem eu era, ao deitar em plena esquina de uma das ruas mais movimentadas da cidade, para bater a esta foto...e de ficar feliz com o fato de que ainda quero fazer isso mais vezes, em mil outros contextos, não na repetição exata - porque 'nada do que foi será' ...e porque gosto tanto do agora! - mas sim, no reviver a experiência para experienciar o novo...
Por isso temos tanta 'simetria' ou 'interesse' por séries sobre o tempo e realidades paralelas. Nós já somos e estamos nessas paralelas! Construímos simbolicamente multiplicidade na similaridade...e na singularidade.
E, embora as paralelas se encontrem no infinito (diz a matemática), que bom que existem as intersecções. Mas ah... eu já escrevi sobre isso. Que bom que de outro jeito.
É. Tudo é ambiguidade em eterno retorno. Agora mesmo o auto-retrato é autorretrato.
Ainda assim, nunca é o mesmo rio, já dizia Heráclito...e nunca é o mesmo coração...