Poesia, Filosofia de boteco, Observações do Cotidiano e o que mais vier p´ro mundo da lua! ;) . . . . . . . . . . . . . . . . . CONSIDERAÇÕES SOBRE O BLOG :1 - Viva a liberdade poética e a proteção aos direitos autorais!Toda vez que posto algo,indico autor. Se não o faço, é porque é a autora quem vos posta.2) Imagens? -Dr.Google. Exceções? Indico autoria. 2) -Poemas,velhos caducos que falam de tudo.NEM SEMPRE FALAM DO QUE SINTO! ... ***quem dera...***
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
Vida que acaricia
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
Eixo
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
Luto
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
Delírio
Semente
Sob o som dos silêncios
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
Mapa, cá.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
Aquela máquina de digitar afetos
Não mais escreveu a palavra "Meu amor"
Por onde andas,
Afinal?
Verbo que é cheiro,
Quanta falta tu faz em meu jardim...
Já fui mais atenta ao meu próprio coração!
Mas, depois que passei a usar relógio
O tempo caçoa de mim:
Faz com que tudo tenha exíguos
começo, meio e fim
O amor não coube em nossas 24 horas?
O tempo, aos poucos, creia,
A tudo devora - apavora
Evapora...
- Mas, calma, emoção
Quem sabe ainda temos
Uma eternidade a mais
Na próxima Oração...-
Quem sabe a gente se tropece - novamente?
Em meio ao burburinho de um café
Quem sabe aquele velho ditado (tão cliché)
Ainda esteja de pé
Incerta beleza de existir....
Frágil agora, tão cheio de efemeridades!
ah! verbo 'futuro' - ingrato,
Descumpridor nato
De quem achamos que seremos...
E sob o mormaço do céu de Macapá ainda arde o fogo intenso das paixões...
Escrevo quase-sem-sentido, ainda que sinta
E me demoro a tentar compreender
O porque essa máquina (de bater)
nunca mais digitou a palavra
"Meu amor"...
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
Paralelismo Sentimental Viciante (Devaneio do Boteco da Lua)
Foi em uma das muitas madrugadas em que estou de papo com Bel. Ouvi esta versão antiga , interpretada pela Vanusa, da canção "Paralelas'', com a frase
Explico. É que, "'Paralelas'', para mim, sempre evocou o inevitável sentimento de solidão de Belchior, frente aos conceitos propagados nas grandes cidades, o da 'multiplicação', 'riqueza', assim como o registro do eu lírico do poeta, em contraposição a estes conceitos, esvaziados de emoção.
Uma Reta é uma sucessão infinita de pontos, situados todos em uma mesma direção, no entanto, essa sucessão se caracteriza por ser contínua e indefinida, portanto, uma reta não tem nem inicio nem fim; junto ao plano e ao ponto, a reta é um dos elementos geométricos fundamentais. E a paralela é um adjetivo empregado para referir-se àquilo que é semelhante, correspondente, ou que já foi desenvolvido em um mesmo tempo.
Então, as retas paralelas são aquelas retas encontradas em um mesmo plano, apresentam a mesma inclinação e não apresentam nenhum ponto em comum; isto significa que não se cruzam, nem se tocam e nem sequer cruzam suas prolongações. Um dos exemplos mais populares é o das vias de um trem. (Artigo http://queconceito.com.br/retas-paralelas)
Bom, como não sou matemática ou física, me perdoei e fui atrás de saber o avesso ao conceito de paralela, ou seja, quando as linhas se encontram. Descobri que é chamado de 'interseção', cujo significado é:
O conceito interseção pode ser utilizado em nosso idioma com dois sentidos diferentes. De um lado, é utilizado no campo da geometria para designar aquele ponto estabelecido em que se cruzam duas linhas. Também serve para indicar o encontro entre duas linhas, planos ou objetos.Mas sem dúvida é no trânsito onde mais se usa esse termo, mesmo assim não podemos esquecer que sua utilização é resultado direto de sua referência apresentada na geometria.
Basicamente a interseção no trânsito se refere ao cruzamento de duas ou mais ruas. Sua principal função é possibilitar o acesso de quem circula à outra via e assim chegar ao seu destino. Artigo http://queconceito.com.br/intersecao
LUZ!!!
LUZ!!!
LUZ!!!
*Republicado, porque o texto foi acessado e gostei muito de ter escrito isso.






