... a lua não dorme ...
Poesia, Filosofia de boteco, Observações do Cotidiano e o que mais vier p´ro mundo da lua! ;) . . . . . . . . . . . . . . . . . CONSIDERAÇÕES SOBRE O BLOG :1 - Viva a liberdade poética e a proteção aos direitos autorais!Toda vez que posto algo,indico autor. Se não o faço, é porque é a autora quem vos posta.2) Imagens? -Dr.Google. Exceções? Indico autoria. 2) -Poemas,velhos caducos que falam de tudo.NEM SEMPRE FALAM DO QUE SINTO! ... ***quem dera...***
quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Poemas Perdidos!
Ensaios sobre a essência dos dias
Não seja o tubarão... não sangre em meio a eles: nenhum é vegano! - Mas, se sangrar, não vire petisco! (Parte 2 de um texto do Filosofia do Boteco)
Este não é um texto filosófico, é mais uma contação de causo e uma reflexão meio torta, afinal, tem coisa mais legal do que contar algo que rolou no boteco? Risos.
Então. Fim de tarde no Mercado Central. Eis que ela chega até mim (eu a conheço pouco e por isso não posso mencionar) e diz...'Li tua escrita sobre os tubarões. Não concordo contigo. Tu sangras, porque tu falas em amor...'
Eu ri. Não discordei do pensamento dela, porque é direito de quem recebe a mensagem: nada aqui é só meu, depois que vem para o espaço.
Mas, confesso que fiquei preocupada com a visão.
E dela surgiu esta reflexão ...o Amor é um jeito de sangrar?
Escrevi a crônica 'Não sangre em meio a tubarões: nenhum é vegano! (E o que isso tem a ver com o livro 'A natureza da mordida', de Carla Madeira?)'. E, no texto, falo sobre um encontro atípico com uma desconhecida, no banheiro. Ela chorava. Recordei como aquilo tudo me afetou imediatamente, afinal, impossível não ter sido quebrada pela vida e não sentir a dor do outro, de forma instantânea. O que me fez ligar à inusitada situação com o livro - doloroso e filosófico, ' A natureza da mordida', da Carla Madeira. Afinal, a vida tem seu próprio jeito de nos abocanhar.
Mas, o que isso tem a ver com AMOR???
Bom, eu não creio que sangre em meio a tubarões, no aluanadorme. Há tempos, aprendi um segredo mágico essencial: Sentir é paz. Não porque romantize a inexistência do sangue que envolve cada batida do coração ou porque não acredite em 'tubarões'. Mas é que, desde que entendi que nenhum é vegano, não romantizo 'mordidas'.
Todo afeto é cura nesta vida maluca. Todo desvio disso é disfunção.
Escrevo sobre sentimentos, aqui neste espaço. Conformidades, inconformidades: o que ouço (porque muita coisa aqui não é só minha, mas dos meus, das muitas humanidades que permeiam a minha escrita), do que leio e sobre o que vivencio, às vezes, pelo perceber do outro. TEM MUITA VIDA neste peito doido. Eu adoro ouvir histórias malucas. E... eu gosto de gente quebrada, rasgada, eviscerada: Todo mundo que já recebeu quebras, cortes ou mordidas...sabe a potência de ser um bicho que se curou sangrando.
E, assim...
Os quebrados se refazem e escolhem não quebrar.
Os quebrados são ...doces, sabendo do sabor do sal.
Eles veêm as coisas por ângulos inimagináveis para os 'inteiros'.
Eu também não mordo. Quer dizer... ninguém aqui é alecrim dourado para dizer que não machuca ninguém, não é? sobre isso, leia 'A pior pessoa do mundo'(Uma crônica da vida anacrônica, real e possível). Mas, não faço disso minha razão de orgulho. E nem retroalimento.
Porque afeto é...beleza. E demora para a gente aprender a simplicidade densa que envolve tudo isso.
Bom, enquanto tu descobres essas coisas, nesse processo... aconselho que não sangre aonde sua dor não vai ser sarada. Mas, se sangrar, não vire petisco. Não fique lá, à espera de compreender ' a natureza da mordida'. Não fique à mercê de gente abestada....afinal, o que quero dizer com isso?
Bom. Já viste os peixinhos comendo um pedacinho de carne?
É sobre.
E, Não: o aluanaodorme não é um jeito de sangrar. E eu não sangro em meio a tubarões, pois nem por bem e nem por mal, nenhum é vegano.
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*Republicado, pois extremamente acessado, essa semana.
terça-feira, 15 de setembro de 2026
A Maldição da residência Hill (poesia em forma de spoiler. Corra, se não gostar!)
* Pode fazer sentido - ou não. Mas essa foi a MELHOR SÉRIE de terror que já vi, a coisa mais bem produzida e filosófica.
"E tudo isso, a culpa, o luto, os segredos, os fantasmas, nesse momento...são apenas medo. E o medo é o abandono da lógica (...) Mas, ao que parece, o AMOR também. O amor é o abandono da lógica. O abandono voluntário dos padrões racionais. Nós cedemos a ele ou o combatemos. Mas não vivemos sem ele (...)Eu amei vocês. E vocês me amaram. Profundamente. O resto é...confete".
segunda-feira, 14 de setembro de 2026
Setembro
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Seguir o rastro encantado de fogo
das borboletas amarelas!
- Que cai
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domingo, 13 de setembro de 2026
Alucinação
sábado, 12 de setembro de 2026
Nunca Mais vou me Esquecer na Estrada
Toda poesia
Olho a tarde cair
Poesia é casa. Estar nela é estar no lar. Daí a imagem.
Ensaios sobre o tempo, João
Amei essa construção poética.
LUZ!
sexta-feira, 11 de setembro de 2026
Conexões são...orgânicas! (Filosofia do Boteco da Lua)
quinta-feira, 10 de setembro de 2026
A caminhada! (Crônica Saudosista do Boteco da Lua)
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Entre Mística e Realidade : O Eclipse de 28 de Agosto, o portal 09.09... E o que isso tem a ver com DIAS BRANCOS? (Filosofias no Boteco da Lua)
Senta aí, querida, querido, que respira por este espaço.
Em que tu acreditas?
Bom, a mente humana significa o que não compreende desde sempre: é a própria função do 'Mito', essa ideação perigosa demais, pelo poder simbólico real de mover pessoas - ALÔ, Bordieu!
"Mito', é palavra grega que significa PALAVRA, narrativa e, com o tempo, foi associada à narrativa simbólica dos gregos enquanto povos antigos, pela história dos Deuses. Religiões e crenças são espaços profundos para a utilização de mitos e símbolos (E Deus me livre não ter algo para crer e significar essa doideira toda, não é mesmo? risos).Adoramos tudo que nos coliga a algo profundo, inexplicável, sagrado. Aliás, o sagrado, desde Roma antiga, era ligado à sacer, o separado, o diferente do profano. PROFANO - aquilo que é 'estranho'.
Ocorre que...eu sou estranha. Nem sei se pareço. Me preocupo muito com o uso de CONCEITOS - outra palavra perigosa - tais como 'sou intenso' ou ...sou 'profundo'. Aliás, estão muito na moda. Mas é que não sei tua medida de voltagem para dizer isso. Mas, 'estranha', eu sei que sou.
Vivo de me separar do todo, para me conectar em pequenos pedaços de luz que - para mim- fazem sentir. Eu disse SENTIR, não sentido. Sentido é a essência do mito - e talvez tudo que a gente tenha criado tenha mesmo um pouco de mito: O Estado, o Direito...as convenções. O poder simbólico é controle, como ensina Pierre Bordieu, no magnífico livro 'O poder simbólico'. Sentir,não.
Pudera, ter sido chamada de Bruxa desde criança, deu nisso. Aliás, bom lembrar: a Inquisição queimou pessoas. Investigou e realizou tribunais de exceção contra tudo que ferisse aquela hegemonia. Com base no 'mito' das bruxas e legitimado por este discurso. Ah...o poder simbólico.
O curioso e o injusto é que a palavra magia, na origem, não era ligada à ideia do profano, mas ...aos sacerdotes. Transformados, adiante, nos religiosos de alto escalão. Ou seja: a inquisição deveria ter matado seus próprios inquisidores. A vida não deixa nunca de perder a ironia - mesmo quando deveria.
Bruxas, no norte e em muitos outros lugares são associadas às mulheres da floresta. Às curandeiras. Ao poder da ervas. Do encantamento. É assim que penso nessas mágicas...acredito em muitos destas percepções ou explicações.
Também acredito em KARMA, como no ideário antigo: não uma interconexão inexorável, fruto do vilão destino, mas sim uma bioquímica universal de ação-reação. Acredito no eterno retorno, a teoria de Nieztsche que explica a repetição do universo, outra reinvenção do mito de Ouroboros. Tudo que nos explica o 'giro quântico' dos encontros e reencontros.
Ok. Mas porque estou a hablar sobre isso tudo?
Na última semana, rolou pela internet uma série de explicações sobre o Eclipse Lunar do dia 28 de Agosto. Para a astrologia, este é o 'Eclipse em Peixes' (sim, O SIGNO, que também vem de significado, outro tipo de mística pela qual parte de nós, humanos, procuramos respostas), como um 'fechamento de ciclos'. Outro destes, segundo a confiável fonte 'instagram', somente em 28 anos. E segundo a tão confiável quanto - IA - acontecerá em Março de 1943.
Aliás, para encerrar o ciclo de coincidências celestes e místicas, o chamado portal numerológico representado pelo 09.09 - ONTEM, teve a energia do 1.
E aí, de saber desse significado, minha mente começou a trabalhar...conexões. Lembra que eu escrevi sobre NOITES BRANCAS e DIA BRANCO, há dias atrás? Mas as noites brancas, em São Peterbusco, eram...noites com sol!!! Um jeito também mágico de o sol morar no céu, em plena noite. Então, e se, as noites brancas (ou, noites com sol) encerradas no Eclipse do dia 28....for um começo ... dos dias brancos, anunciados pelo PORTAL 09.09?
Verdade ou mentira, mito ou realidade, tanto faz: gosto destes 'divisores de águas', tanto quanto gosto do Ano-Novo: possibilitam um jeito ou um tipo esotérico e místico de a alma reiniciar. E a gente vive de fazer isso, todos os dias, mesmo quando não coloca essa série de mitos entre nossas ações cotidianas: Uma reencarnação sem precisar morrer, pois, como disse Alice 'Já fui tanta gente, desde que acordei...'
E se for tempo de girar o dia 1, entre abraços e canções?
Encerrar e iniciar coisas em nós, que há muito, pedem essas ações?
Símbolo, giro quântico do destino, pura coincidência ou uma mensagem do Universo, eu te pergunto: Afinal de contas, no que tu acreditas?
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Eterno Retorno

quarta-feira, 9 de setembro de 2026
Outros Ensaios sobre Eu e o Tempo!





