segunda-feira, 27 de abril de 2026

A vida de Chuck ( Um ode à efemeridade)



A vida de Chuck ( Um ode à efemeridade)

 Walt Wilthman e o fim do Universo:
A lousa, a louca, a louça por lavar
As multidões em mim, o trânsito maluco da manhã...
- Quem você queria ao seu lado a poucos dias do fim do mundo? -

Alguns de pulsos cortados
Entrecortada respiração
'Ela fugiu com o amor da escola
largou o filho e deixou o dinheiro da pensão...'

Parabéns pelos 39 anos, Chuck Barris!
Se tudo cai, porque não vens, meteoro?
Será que existe mesmo beleza em meio ao caos?
Só sobrevive o antifrágil...

(Estou preocupada, pois meu coração é de Cristal)

Dança comigo, mesmo que a gente não saiba?
Não tem problema aprender algo novo ou fazer de um jeito estranho
Façamos as pazes sem pedir desculpas
Você só me liga e conta como foi seu dia...

Viver não é tão simples (mas morrer não é opção):
Todos procuramos afeto:

Obrigada pelos 39 anos, Chuck Barris!

#

Filme LINDÃO. 
Misturei o filme ao conceito do livro 'Antifrágil', minha leitura do momento.



Mágica Presença


Chegaste
E chovia denso sob meu quintal
Colocaste teu corpo para no meu frio para secar
Feito roupa no varal, sol da manhã!

E simples assim, fez sentido estar.
Eu ri de tudo um dia inteiro
Passei meu cheiro no teu corpo e descobri o teu
Começo a gostar de te aprender aos poucos...

Sinto menos medo de te deixar ficar a cada dia
Tua lógica que não entende tanto poesia
Me faz rir e me sentir...normal, simples, natural
De um jeito manso, vou amolecendo aos poucos...

Enquanto a gente vê um filme no sofá
Pede comida ou aprende a cozinhar
Debate sobre tudo e nada ou simplesmente se apoia no cotidiano
Enquanto a gente se apaixona assim, tão devagar...

#

Para essa galera linda que explodiu os acessos desse final de semana... SEJAM AFETO!

Uma poesia cheia de mágica presença, porque a vida é louca, mas é mágicaaaaaaa (é do Velho Buck, mas é isso) 



:)

Foi bom!




 Pontilhei teus nomes nas dobras do meu coração
Que não batia mais tum tum tum
Mas o som do teu riso
E foi bom...

Tua presença me reensinou 
O quão é belo sentir afeto
E ele bateu, ciente e tranquilo
Louco por ti...

Te deixei entrar no meu universo, Viajante de outro planeta!

Adaptei meus dias p´ra viver nós dois
E te chamei de 'afeto' em silêncio
Entre os nossos risos e piadas
Senti  nossas mãos entrelaçarem

com calma, alma e presença...

Brinquei de te deixar ficar, 
Sem te mandar embora
Ainda sabedora de que 'os deuses vendem quando dão'
Abri espaços fechados do meu coração...

(Foi bom)



#


Estava nos rascunhos do aluanaodorme, pois precisava de uma imagem e uma canção...


domingo, 26 de abril de 2026

Recuperar as flores do jardim

 Começo pelo hoje:
Rego as flores do jardim
Pétalas são leves....precisam de riso, humor
Calor humano...
(Peço desculpas se me re-colhi)
Hoje vou fazer quem amo feliz
É só o que sei
Zoar meus amigos
Brincar com suas palavras
Gerar intimidades que construam pontes mansas...
Vou perdoar indelicadezas
Ser ainda mais doce
Sim, vou regar com riso e afeto
As flores do jardim...


#





Ausência Calma


 Uma ausência calma
Um adeus tão manso quanto um domingo
Risco as linhas da poesia e, entre os risos do dia,
Não tem mais teu nome preso na minha língua...

"Suave coisa nenhuma" - ecoa nos recantos escondidos de mim...

A clara-luz-do-dia convida a viver...e eu vou
Sabedora que as estradas são o impulso da direção
Guardo teu beijo no coração
Deixo a memória de nós dois em paz

"...e ficamos suspensos/ Perdidos no Espaço...''

Quem diria que algo tão doce teria por epílogo essas canções?
Quem explica nossas emoções?
Quem as escolhe?

E as ondas do amazonas recolhem e levam o teu nome...


#

Ato!


Todos os afetos são...fato
Beleza que se realiza no peito
No tum tum tum da emoção
Nas coisas doces e cotidianos...

Todos os afetos são...ato
Carinho que se realiza aos poucos
Sentidos que se movimentam...na mesmo sentir

Não é simples enlaçar as mãos
Mas é tão bom sentir o coração
Ser mais...

Viver é uma baita poesia sem rima!
Entre abraços e canções
A gente dedilha um incerto violão
Ainda que seja tão difícil encontrar a direção...

#

Muitos poemas dos rascunhos vindo, porque estava há um tempo sem abrir este espaço...

*Republicado,porque foi muito acessado.

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Ode às coisas que ficam quando algo vai




 É tão boa e tão simples...tua presença
O tempo voa,a vida vai macia
Como algo tão bom pode simplesmente não funcionar?
É uma pena...

Como uma paleta multicolorida que vai perdendo a cor
Bala de açúcar que dissolve e não renova
A nossa canção é bem bonita e a gente ri de tudo
É uma pena algo assim não funcionar...

A gente encaixa e desencaixa em um segundo
Se entende muito sem dizer e não entende nada dito
Como pode algo tão bonito 
Ser assim, tão confuso?

Eu te quero e tu me queres...
Eu falo flores, tu entendes girassol...ah! desincronia
O tempo passa, eu vou junto
Fica a poesia.

#

Tudo nos ajuda a crescer. E flores-ser. 
Obs: Tenho muita coisa no rascunho, esse é  mais um.
:)


Festival



Emoções são confusas, meu bem
Faz parte da vida não entender
O festival do adeus é doce, também
Se a gente aprender o que tem de aprender...

Faz chuva, faz sol no céu do Equador
Para lembrar que toda essa dualidade se mistura
Para a mágica da existência acontecer
Mas, se algo se perder, não esqueça:

Busca as coisas doces, reafirma a essência
Afeto são as coisas que valem o verso
Investe o tempo no que faz sorrir
Memórias e sorrisos não têm preço...

Dois bons corações também podem dizer adeus na curva da vida
E bendizer caminhos...

Quebras-cabeças, corações
Meias jogadas, sem par, no armário
Linhas tortas do destino: desencaixe
Não se perca de si, quando algo se perder...


#


Republicada, pois bastante acessada. 
Feliz em partilhar. :)

Vai lá


Vai lá:
 
Joga para o mundo teu afeto!
Olfato...sentidos:
Prova a vida, exercita o paladar...
Coragem é ação...no coração
 
Vai lá
 
Descobrir o que será, experienciar a existência.
 
Passa tão rápido o dia de hoje
Acaba tão cedo
– quantas vontades você já guardou?
Quantas entranhas cultivou...
 
É verdade que doar pode...doer
E que é clichê dizer ‘viver é deixar viver’
Pois, na realidade, as coisas vibram, ardem
Sentir é arte: ao vivo e em cores, temperos e sabores.
 
Mas...se a gente está cru
Esperando o tempo modelar
Pode ser que acomodar...incomode
Pois ninguém veio em molde:
 
Seu coração já tem suporte:

Vai lá...




quinta-feira, 23 de abril de 2026

Aprender

Aprendo aos poucos
Como te deixar ensolarar meu jardim
Gosto de ti 
De um jeito doce...

Te aprender em mim
É novidade no meu tempo calmo
Coração é água de rio
Doce, quer te ver fluir...

Mesmo que não seja simples,
Fica.
Afinal, quem não sabe que a pele fica frágil
Quando sente afeto?

Não me diz o certo
Não te digo o meu
A gente acha um jeito
De se entender...






#
Dos rascunhos do aluanaodorme. 
:)


Simples


 Não vou procurar teu riso
Que me acordou em manhãs felizes
nem jogar sal em cicatrizes
nem mesmo me perder porque doeu...

Você me magoou, eu sei.

Vou sarar meu verso
Sorrir para uma criança
Ser gentil com estranhos
Plantar o mundo bonito que acredito...

Eu não vou ficar triste mais que o necessário
Para te desaprender...

Vou caminhar no fim de tarde e reverenciar o Amazonas
Vou falar baixo quando o mundo gritar
Beber afetos, respirar...
Falar de coisas boas!

Vou ser cada vez mais doce 
Acreditar ainda mais
Ser presente para meus amores, dádivas da existência
Vou agir com a coerência do meu coração...

Calmaria
No meio da agitação.

#

Esse poema foi meio que criado sem uma experiência específica, mas baseado em uma reflexão sobre...quem somos depois que alguém nos magoa. Eu sempre escolhi o caminho da presença em mim e isso é muito complexo, porque significa não me modificar para algo pior quando algo ou alguém me magoa. Porque a ação do outro me alcança, mas não é sobre mim. E assim, escolho como olho o mundo. 

Um dia desses, um amigo me chamou de inocente por isso. Achei fofo. Mas ainda acho que isso é ser...sarada. Corações sarados sabem que feridas são feitas para cicatrizar. E que a existência não precisa ser recoberta por protocolos, porque alguém ou algo não foi legal. 'É um mundo muito louco, querida. Aguente firme' - Diria o Velho Buck.

E o meu mundo é poesia. É tudo que tenho para dar.  Enfim. Acho que vou 'cronicar' sobre isso por aqui. 

:)


quarta-feira, 22 de abril de 2026

Meu Universo é Poesia




 A chama da vela acesa
A clara palavra dita (bendita)
O peito quente...o riso ardente
Universo é poesia, a gente também...

Mesmo quando o dia cinza diz contrários
Recrio as cores do céu com o pincel da palavra
E repito: é simples e bonito existir
Simples e bonito...

Mas não é fácil e esse não é um poema cliché...

A chuva cai, o dia segue aceso
Eu me desmancho, me cerco de afetos certos 
Porque sei quem sou (é uma escolha)
Viajo entre histórias e planetas

O coração é feito água de rio corrente:
 limpa e segue para o mar
Meu universo é poesia:

É tudo que tenho para dar



#





Desajeitada



 E eu bem queria te dizer com mais clareza
Que eu gosto de te ter por perto
Mas não sei ao certo
Como te acomodar...

Desajeitada, eu sei...

É que chegaste desajustado no meio da minha bagunça
O dia nublado não me disse se era tarde ou cedo
E eu quase não sei dizer que meu peito tá de maré cheia
E lua crescente...

E eu bem queria te dizer para ir em frente e desaparecer
Mas, mal me perco e sinto falta de te ver
Fico confusa entre o agora e o adiante
Faço silêncio então, à novidade da tua presença em mim

(Desajeitada, eu sei...)

Então percebo que o que é nosso se ajusta
Não no tic tac do relógio
Mas no tum tum tum do coração
Desisto de entender a direção

E deixo a vida seguir sua própria natureza...

#


Esse poema estava nos rascunhos do aluanaodorme. Tão fofo. A vida, quando não é fofa ou poética, é muito sem graça. Porque ser gente dá um trabalho danado, não é mesmo? Então...Sorria. Sinta. Desajeitadamente, mas sinta. Porque...

Rir é muito poético.
Sentir é muito fofo. 
Ser de verdade, eu sei...é difícil.
Mas é o único caminho...

Ensaios sobre o tempo, João

  



O segundo é mesmo precário, João:
Ou pula no trem da emoção
E vai, seguir e viver a viagem
Ou fica na Estação e, de antemão

- Aceita a paisagem.

E a vida é mesmo louca, João
Os dias não correm no contar da mão
O sol deita e levanta, mas o tempo de verdade
é muito mais complexo

E, no centro da sala
Bethânia ecoa Caetano: 'Quem não é Côncavo não pode ser Reconvexo...'

E não importa que a poesia deite e role, João
A gente se perdeu sem se ganhar
E o afeto que fica
é pouco para o que se tinha a partilhar

E não importa mais palavras - não há tanto segredo assim
Afinal,  tudo que havia  cabia na porta do olhar
No verbo-não-dito
Guardado dentro de mim

E, ao fim, bem na curva do sol,

Somos mesmo ganhadores! 
Em uma estranha equação
A gente se perdeu no mesmo trem, no ritmo
E no mesmo vagão.

                                                                                    #

Obs1: O final deste poema tem clara inspiração em um poema da linda Maria Ester, chamado 'Desencontro', que diz   ''O destino/ Quis que/Nos perdêssemos/ Na mesma vida/ Na mesma arte/ Na mesma vibe".  Porque poesia chega em nós e nos transforma. :D

Obs2: Sempre quis fazer um poema tendo por inspiração o nome 'João', claramente porque 'Comentários a respeito de John' segue como uma das músicas da minha vida, desde muito antes do tempo ser tempo, nesta internet. 

Esse poema não foi construído com base em uma emoção, mas em uma experiência pessoal de encontro com a poesia e a canção. QUE SORTE TER ISSO POR DENTRO! :)

(E sorte é sempre Deus)


LUZ!

sexta-feira, 17 de abril de 2026

Neblina

 A chuva cai e eu busco a direção
Tão presa no caminho!
Sinto o peito no pulso, batida do coração:
doidas linhas tortas do destino...

Há tanta coisa a decidir e caminhar 
Tempo, passa, mas um pouco devagar
P´ra eu te aprender primeiro...

Há tanto sonho para ainda se sonhar
- E eu sei bem o que quero!
A vida pede para eu acomodar
Meu eterno destempero

Mas eu não sei ser assim: cálida pintura de Monet
Não espere sair de mim um doce poema clichê
Piração na piração: posso implodir por dentro...

Há tanta agenda pra cumprir e eu aqui
Perdida no relógio e na esquina
Há tanta coisa ainda por acontecer
E eu com os olhos presos na neblina...




#


Música, pode me deixar em paz: tá aí o seu poema. 

:P

quarta-feira, 15 de abril de 2026

A Maldição da Residência Hill (Contém Spoiler)

                                    

Ensaios sobre vidas nubladas:
Pomet -  emit -  sonork:
- O tempo ao contrário não diz nada.

Mera sequência aleatória
Casa mal assombrada
lista de todas as angústias 
do que não pudemos pudemos fazer ...

Ao espelho, os monstros são eu e você
Outras frequências, ondas de som silenciadas
Partículas dissociadas,
 enlouquecemos.

Arrependimentos, fracassos, desejos não sucedidos:
Um fantasma é tudo aquilo que nunca foi dito
Sob o telhado de vidro, te faço um pedido:
"segure minhas mãos, enquanto caio"

Eu falho, tu falhas, nós falhamos.
Segure minhas mãos, enquanto conto os hematomas
Marcas de uso - cicatrizes, são histórias
"Você vê a casa, mas não sabe lê-las..."

- Eu não sei contá-las e não sei vivê-las...-

Foi só um sonho, foi só um sonho...um pesadelo!
"a jornada termina quando amantes se encontram"
Não existe desencontro, apenas desencantos
Um relógio parado desde antes...(desde antes!)

Casa infiltrada, somos água.
Vidas naufragadas, des/sincronismo
Nossos medos sabem do terror e estrago
Por isso, ao enfrentá-los: 
Meu bem, cuidado.

"O perdão é quente como uma lágrima"
Deixe a casa morrer com seus fantasmas!
Arrependimentos, dúvidas naufragadas
"O amor é a perda da lógica "
-E tudo que fica-

"O resto é confete", a história continua 
Um relógio parado desde antes, desde antes!
A casa se move, num engole-cospe vidas...
Não existem despedidas.

#

* Pode fazer sentido - ou não. Mas essa foi a MELHOR SÉRIE de terror que já vi, a coisa mais bem produzida e filosófica.
*Republicada de 21.10.2018. 
* Este é um dos poemas mais acessados da história do 'aluanaodorme' e faz muito sentido dentro de mim.


FANTASMAS DA HILL:

"E tudo isso, a culpa, o luto, os segredos, os fantasmas, nesse momento...são apenas medo. E o medo é  o abandono da lógica (...) Mas, ao que parece, o AMOR também. O amor é o abandono da lógica. O abandono voluntário dos padrões racionais. Nós cedemos a ele ou o combatemos. Mas não vivemos sem ele (...)Eu amei vocês. E vocês me amaram. Profundamente. O resto é...confete".

Muito Obrigada!

 Ei, tu...



Obrigada pela leitura!

Sigo a repetir a frase do Velho Buck a respeito deste espaço, que é uma entidade mágica que tem vida própria (e manda em mim):


"Ela é doida, 

Mas é mágica

Não há mentira em seu fogo"

BackUp


Guardar meus pedaços
Costurar cada coisa 
Organizar a bagunça 
Reunir meus espaços:

Colcha de retalhos...

Rio, maré, maresia:
Tanta coisa p´ra falar de uma coisa só
Terra, asa, abraço: abrigo
Tão diferente que até dá um nó...

Reunir o todo, sem receita 
Achar o jeito de se aprender sem se perder no elo
Fazer beleza porque é mesmo belo
Deixar acontecer...

Delicadeza com a máquina 
Que ainda bate afeto
Apesar do tempo
Espaço, corpo...paciência e sabedoria

Para não chamar maré de maresia...


#

De uma conversa sobre ...tudo ser poético. Inclusive um BackUp. 
Esse poema se entoou sozinho, só soltei no mundo.

LUZ!

terça-feira, 14 de abril de 2026

Suspiros sob o céu do Equador

 

O Sol e o céu

Ah...equador: Como teu calor me faz feliz!

Por um triz, me perco a contemplar o mistério

 

Como não achar bonito um milagre assim?

Diferente de mim, a maré não têm lógica única

Isso ensina, sabia?

A potência da constância e a beleza da direção...

 

O Rio Amazonas dança todos os dias diferente por aqui

 

É feito o peito da gente

Marés que se encontram:

O vento não sopra, suspira

Calor sereno...amazonas, céu, equador...

 

Quente e em paz...

 

Tempo, me ensina sua dança

Que eu gosto tanto de ser aprendiz

E faz tão pouco tempo que entendi

Sobre o descanso na hora do preparo

 

Que hoje paro para contemplar...





#



De vez em quando, sou surpreendida com a quantidade de acessos desse lugar...hje batemos mais de 2500 acessos...e me resta dizer: muito obrigada. :) 
Veja o poema com a canção, se puder. O suspiro no final da música me dá uma sensação de paz absoluta...



 

 

 

sábado, 4 de abril de 2026

Pro(cura)!

 São encontros.
As coisas bonitas que se perdem 
Enquanto a gente se (pro)cura:
Horas idas, tesouros guardados
Pequenos aprendizados
Afeto partilhado

Não é preciso dizer nada:
Deixa tudo como está
O tempo há de acomodar...

#

Ler este poema de cima para baixo. Afeto partilhado é sempre cura.

LUZ!