* Adoro deitar no chão. Um dos chãos preferidos para mim, é o da casa da Ester. Especificamente da cozinha. Adoro ficar deitada no chão enquanto ela cozinha (eu lavo a louça, OK? não me julgue).* Odeio casas desconhecidas. É certo que ninguém gosta, por motivos diferentes. Eu, porque acho que casas têm almas e carregam os versos, as merdas e as esquisitices de quem as habita. E eu realmente sinto isso, quando adentro um espaço. Assim, se eu adentrar a sua ou estiver nela, é porque me sinto confortável com a sua alma.* Sobre músicas, tenho uma playlist de músicas que me são 'muito caras' e pelas quais decidi, desde moleca, que só cantaria para a pessoa com quem vou me casar. Esse é um segredo tão particular que só compartilhei aqui, neste texto (você é meu amigo/ amiga. Guarde esse segredo piegas contigo).* Acho que as pessoas que me desagradam fedem (Bom, elas fedem mesmo, para o meu olfato). Consigo gostar de um certo perfume em uma pessoa e odiar o mesmo perfume por estar em outra. Quanto mais eu gosto de você, mais te acho cheiroso/ cheirosa. Inclusive o suor. Assim, acho que entendo melhor do que ninguém o conceito de 'não fede e nem cheira...' - sigo essa mesma lógica para o conceito de beleza.* Amo livros anotados por quem os leu antes de mim. E respondo às anotações (vai que o próximo leitor mantém esse pequeno 'chat' de bate-papo pela eternidade...). E também cheiro as páginas - resquícios da ideia de perfume...* Regulo meus pensamentos em certos ambientes, porque penso que todo-mundo-sabe-o-que-todo-mundo-está-pensando. Sei, é besteira. Mas vai que tem alguém que realmente saiba? sei lá. Não vou facilitar para os óvnis.*Adoro frio, e amo cobertores. Vai entender. Rs. Aliás, Ester tem uma amiga que me viu criança e disse que eu não tinha brinquedo de estimação, eu tinha uma naninha! Isso me fez amar ainda mais o personagem Linnus Van Pelt, da turma do Snoopy. Perguntei da minha mãe, que confirmou.* Eu leio ouvindo a voz das pessoas. Mensagens de WhatsApp, risos, tudo...ouço mesmo. E crio a voz dos personagens dos livros que leio, o que torna tudo muito 'colorido' e vibrante.* Eu detesto um autor brasileiro que todo mundo ama, mas isso, não vou falar, porque tenho vergonha: deixa encoberto na minha máscara particular de ser-gente.
... a lua não dorme ...
Poesia, Filosofia de boteco, Observações do Cotidiano e o que mais vier p´ro mundo da lua! ;) . . . . . . . . . . . . . . . . . CONSIDERAÇÕES SOBRE O BLOG :1 - Viva a liberdade poética e a proteção aos direitos autorais!Toda vez que posto algo,indico autor. Se não o faço, é porque é a autora quem vos posta.2) Imagens? -Dr.Google. Exceções? Indico autoria. 2) -Poemas,velhos caducos que falam de tudo.NEM SEMPRE FALAM DO QUE SINTO! ... ***quem dera...***
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
Criadores e criaturas, feitos de estranhezas e pieguices (Epifania sobre o sal e o açúcar de cada um)
Vida que acaricia
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
Eixo
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
Luto
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
Moderníssimos
Delírio
Semente
Sob o som dos silêncios
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
Mapa, cá.
Simples Assim
Para saber que um som é bom e faz feliz
Não preciso de todas as esquinas da cidade
Para gostar do caminho de casa
E nem de um longo par de asas
Se puder voar curtinho e macio...
Eu não preciso de tanto verniz para esconder
Imagens, verbos e opiniões
E nem tanta companhia e barulho
- Festival de emoções!
E...não preciso de você
Ou da sua companhia
Fico bem entre os livros e quadros
Na presença macia da poesia...
- Mas eu fico bem perto do teu calor
E quase não sinto falta da tão bem-vinda solidão
Quando meu coração te conta meu dia
terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
Aquela máquina de digitar afetos
Não mais escreveu a palavra "Meu amor"
Por onde andas,
Afinal?
Verbo que é cheiro,
Quanta falta tu faz em meu jardim...
Já fui mais atenta ao meu próprio coração!
Mas, depois que passei a usar relógio
O tempo caçoa de mim:
Faz com que tudo tenha exíguos
começo, meio e fim
O amor não coube em nossas 24 horas?
O tempo, aos poucos, creia,
A tudo devora - apavora
Evapora...
- Mas, calma, emoção
Quem sabe ainda temos
Uma eternidade a mais
Na próxima Oração...-
Quem sabe a gente se tropece - novamente?
Em meio ao burburinho de um café
Quem sabe aquele velho ditado (tão cliché)
Ainda esteja de pé
Incerta beleza de existir....
Frágil agora, tão cheio de efemeridades!
ah! verbo 'futuro' - ingrato,
Descumpridor nato
De quem achamos que seremos...
E sob o mormaço do céu de Macapá ainda arde o fogo intenso das paixões...
Escrevo quase-sem-sentido, ainda que sinta
E me demoro a tentar compreender
O porque essa máquina (de bater)
nunca mais digitou a palavra
"Meu amor"...
#
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
(Des)aceleração
Paralelismo Sentimental Viciante (Devaneio do Boteco da Lua)
Foi em uma das muitas madrugadas em que estou de papo com Bel. Ouvi esta versão antiga , interpretada pela Vanusa, da canção "Paralelas'', com a frase
Explico. É que, "'Paralelas'', para mim, sempre evocou o inevitável sentimento de solidão de Belchior, frente aos conceitos propagados nas grandes cidades, o da 'multiplicação', 'riqueza', assim como o registro do eu lírico do poeta, em contraposição a estes conceitos, esvaziados de emoção.
Uma Reta é uma sucessão infinita de pontos, situados todos em uma mesma direção, no entanto, essa sucessão se caracteriza por ser contínua e indefinida, portanto, uma reta não tem nem inicio nem fim; junto ao plano e ao ponto, a reta é um dos elementos geométricos fundamentais. E a paralela é um adjetivo empregado para referir-se àquilo que é semelhante, correspondente, ou que já foi desenvolvido em um mesmo tempo.
Então, as retas paralelas são aquelas retas encontradas em um mesmo plano, apresentam a mesma inclinação e não apresentam nenhum ponto em comum; isto significa que não se cruzam, nem se tocam e nem sequer cruzam suas prolongações. Um dos exemplos mais populares é o das vias de um trem. (Artigo http://queconceito.com.br/retas-paralelas)
Bom, como não sou matemática ou física, me perdoei e fui atrás de saber o avesso ao conceito de paralela, ou seja, quando as linhas se encontram. Descobri que é chamado de 'interseção', cujo significado é:
O conceito interseção pode ser utilizado em nosso idioma com dois sentidos diferentes. De um lado, é utilizado no campo da geometria para designar aquele ponto estabelecido em que se cruzam duas linhas. Também serve para indicar o encontro entre duas linhas, planos ou objetos.Mas sem dúvida é no trânsito onde mais se usa esse termo, mesmo assim não podemos esquecer que sua utilização é resultado direto de sua referência apresentada na geometria.
Basicamente a interseção no trânsito se refere ao cruzamento de duas ou mais ruas. Sua principal função é possibilitar o acesso de quem circula à outra via e assim chegar ao seu destino. Artigo http://queconceito.com.br/intersecao
LUZ!!!
LUZ!!!
LUZ!!!
*Republicado, porque o texto foi acessado e gostei muito de ter escrito isso.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
Piração
Piração na piração:
Brinco
de cotidianos!
Amores tão-bem-vividos e amados
Que até parecem (m)eus...
Faço da tez do dia o tecido
Com que bordo a poesia
E vou a bordo dessa nau
Que me salva do ordinário ordinatório caos dos dias...
Construo-me nesses detalhes:
Mesmo naqueles que nem sei
Uso as flores que plantei
Para enfeitar o verso....
A linha entre o real e irreal é desigual
Mas, afinal, quem sabe a diferença?
Quando a dormência parece ser o prato do dia
Enfeitando com o ‘nada’ o que foi feito para ser alegria...
- Sou salva desse veneno todos os dias!
É piração o que carrego no peito, meu bem
Loucura, sinestesia psicodélica
Que nunca me deixa amornar o verbo
Tira de mim o ajuste entre o abstrato e o concreto.
#
“Meu Deus, me dá cinco anos (...)
Me dá a mão, me cura de ser grande"
Adélia Prado, em 'Orfandade'.
A paixão é um cão dos DIABOS (Epifania Bukowlesca anedótica)
Eu, ainda aqui.
Muitos espelhos








