... e uma das poetas mais incríveis que conheço. Ela me enviou esse poema cedinho, mas eu não tinha conseguido revisar a crônica. E eles conversam lindamente.
... a lua não dorme ...
Poesia, Filosofia de boteco, Observações do Cotidiano e o que mais vier p´ro mundo da lua! ;) . . . . . . . . . . . . . . . . . CONSIDERAÇÕES SOBRE O BLOG :1 - Viva a liberdade poética e a proteção aos direitos autorais!Toda vez que posto algo,indico autor. Se não o faço, é porque é a autora quem vos posta.2) Imagens? -Dr.Google. Exceções? Indico autoria. 2) -Poemas,velhos caducos que falam de tudo.NEM SEMPRE FALAM DO QUE SINTO! ... ***quem dera...***
quarta-feira, 13 de maio de 2026
Densidade Poética do Bem Viver (Por Maria Ester)
... e uma das poetas mais incríveis que conheço. Ela me enviou esse poema cedinho, mas eu não tinha conseguido revisar a crônica. E eles conversam lindamente.
O Manual Anti-impacto NÃO existe: E o que você vai fazer com isso? (Filosofia do Boteco da Lua)
Ligo para ela*
Eu estou emputecida da vida e com vontade de contratar um caba- do- olho amarelo para resolver um ódio recém-passado, mas gosto muito do meu réu primário para perdê-lo por idiotices.
O que acaba de me acontecer é inusitado.
Explico.
Há dias atrás eu presenciei alguma das conversas mais grotescas que já ouvi a respeito de outros seres humanos (e olha...eu sou advogada criminalista há coisa de 15 anos, mas aí são outras ondas). Ouvi um ser humano do tipo homem-hétero-otário tecer considerações sobre detalhes de um corpo humano (vide, uma mulher que-sequer-deve-saber que seu corpo esteve em uma 'roda' de análise).
E ouvir esse ser tecer considerações sobre 'a garota', 'namoro', 'vida' - se é que isso existe nesse tipo de mentalidade. Mas, nada disso me diz respeito propriamente. Eu APENAS ouvi - como se isso já não fosse uma violência, independente de sobre quem. E ouvi quase-sem-querer, pois nem mesmo era interlocutora (Graças a Deus, mesmo porque eu jamais seria).
Bom, apesar de muito impactada na hora, o fato é que esqueci o evento por alguns bons dias. Mas o que me embasbacou foi: hoje, eu estava em um café debatendo estratégias de uma análise e muito concentrada a respeito, quando vi essa figura andando pela 'rua' do shopping com uma mulher, a quem conheço de outras alucinações, nessa paisagem chamada vida. É uma garota legal e, embora não seja minha amiga, me parece ser uma pessoa boa...e fiquei triste pensando no quão magoada poderia sair daquele tipo de des/conexão com aquele tipo de des/figura(do) - risos.
E a situação me pegou ainda mais, por uma questão: tenho dificuldades de achar pessoas ruins e já fui chamada de inocente por isso, algumas vezes. Mas a verdade é que deixo que as pessoas, com suas atitudes, me contem quem são. E não permito que elas quebrem a minha ternura - por isso, continuo a crer, mesmo quando contradizem minha fé inicial.
Apesar disso, sigo à risca o manual anti b.o e ele dá certo, na maior parte das vezes. Mas eu também me engano e a mocinha à minha frente - certamente uma mulher adulta - parecia inclusive nem perceber a cilada. Senti uma súbita empatia.
Pois bem. Ocorre que essa pessoa passou com aquela-menina-legal (até onde sei), e na passagem me olhou bem nos olhos. E foi involuntário pensar: gente assim existe mesmo. Não é feito aquele personagem de 'O amor é Cego', o Maurício, que com seu rabinho escondido ficava a medir a beleza e o potencial de perfeição alheia. Eles circulam entre o meio, como se fossem gente. MAs eles são horríveis, pior: ELES FEDEM (ahahahahahahahahah).
Chego em casa, tomo uma BOA TAÇA DE VINHO e penso em Sex And the City e na personagem Carrie falando sobre a morte do amor em Manhattam, nos anos 90 - isso tudo enquanto escrevo essas-mal-traçadas-linhas.
Bom, falo por mim e vou seguir a dizer. A vida foi legal comigo, mesmo quando não. Tudo que teve um sincero impacto na minha existência foi permeado de significado ... e muita, muita beleza, arte,leveza e densidade. E isso me fez discernir bemmm o que é para mim. É uma baita sorte - e sorte é sempre Deus.
Mas, naquela hora - da ligação - eu não conseguia pensar nessa sorte. Mas sim no baita medo de que gente desse tipo tenha promovido a morte do amor, com suas atitudes: baixando tanto a régua, fazendo corações com ternura perderem um pouco do viço, diminuindo a profundidade das águas limpas, sendo apenas um pocinho raso de baixíssimos valores, reagindo à vida como se suas 'presenças' fossem um 'presente de Deus' (Dizem que o inferno tem as portas iguais às do Céu...risos).
E isso me recordou também outras formas de gente escrota. Gente que não cumpre seus acordos, a não ser que tenha consequências. Que mente e aperta mãos, até que possa puxar o punhal. Gente que deixou de ser coerente com suas paixões e promessas à Deus...gente que deixou de pensar no quão falha é. Isso me inclui e te inclui, certamente,porque 'ninguém aqui é puro anjo ou demônio'. E todo mundo é um pouco 'o cão'.
Enquanto falava com ela* , na ligação, comentamos o quão é uma pena que ninguém venha com um SELO DE B.O na testa, ou escrito: SOU ESCROTO. Escroto mesmo, porque mesmo a palavra medíocre vem de mediano...e gente assim não cabe em outro adjetivo. Sei que nenhum de nós escaparia de usar esse 'selo' para alguém, em algum momento.Mas tem gente que é repetente.
O fato é que vamos coabitar, (co)orbitar e até colidir com esse tipo, vez ou outra, pois não temos evidências de que estamos na Matrix e pior: Não temos uma Matrix diferente para cada tipo de programação pessoal - É UMA PENA! Quanto à minha preocupação de origem - a da ligação - restou torcer por aquela mulher em rota-de-colisã0. E para que ela tenha conexões significativas o suficiente. E com isso, retomo à Sex And the City e às conexões reais.
Não, Carrie: O amor não morreu em Manhattam e certamente não morreu em Macapá. Ele está todos os dias nos ligando uns aos outros, promovendo encontros e salvando a alma de ser pedra. Ele está em quem escolhemos dizer 'você me importa', em quem pensamos em ligar para contar como foi o dia, em saber se está bem...nas pessoas que nosso coração pensa, ao acordar. Afinal, a alma sabe mais do que a consciência ( Lembra de 'como se fosse a primeira vez?).
Está nos risos e piadas, nos lanhos e batalhas, nos abraços e canções que escolhemos como nossos. Nas imperfeições com que queremos e podemos conviver. Está em...permitir-se ser alcançado, mesmo que isso signifique arriscar.
Mas o antifrágil ...SIM!
#
*P.s1: Vocês já sabem quem, a ligação foi para a santa da minha melhor amiga
*P.s2: Eu continuo frágil, no sentido Belchioresco.
*P.s3: Isso aqui não é videogame, mas tô virando biscoiteira com esse negócio de crônica, de tanto que me acessam.
*P.s4: Eu sei, a pobre da moça anda por aí, desavisada. Pior é ele, que acorda com ele por dentro, todos os dias. :P
terça-feira, 12 de maio de 2026
Quebra-Cabeça(s)
Vale
à pena
Um
Poema
Entre
Cortado(s)
Não
Cabe
Em
Mim
Versos
Moídos
Mastigados
Não
Caibo
Em
Espaços
Laços
Apertados
HUMANA!
Me manter um indivíduo que se move pelo coletivo
Caminhar...
Prestar atenção nos meus carinhos,
Nos laços amados que compõem o meu destino
Seguir, lenta e feliz, sem saber de quase nada...
Descobrir um novo cheiro: Flor de laranjeira fica bem com chocolate?
Encantar meu coração com o fim de tarde...
Rir muito, sobreviver ao caos:
Valores em liquidação: Estado, poder...ilusão!
Sentir, sentir mesmo tudo que a vida evoca
segunda-feira, 11 de maio de 2026
Pequenas Notas sobre o Tempo
Revisado e Acrescido: Nessa torre de Babel, barquinhos de Papel! - Um Manual Antifrágil? (Filosofia do Boteco da Lua)
Voce já se sentiu frágil, confuso?
Já teve a sensação de que fala uma linguagem que o outro não ouve? Já ficou à deriva...ou, deslocado, em um certo tipo de ambiente ou emoção?
tsc,tsc... Sei que sim.
Bom, começo esta crônica pelo fim: Nessa torre de babel, procure os barquinhos de papel que viajam contigo pelo tempo....e navegue!
- Mas... o que isso tem a ver com o livro antifrágil, do Nicholas Taleb?
Bom, é que a vida é...dura, meu caro, minha cara. A vida real é 'incronicável' - não passível de uma única descrição cronológica. A vida real é indiscreta. Faz pirracinha de nossos medos facilmente. Envolve suor, sangue, saliva e excrementos - que são a menor das merdas por aqui(risos). A vida real é forte e pode facilmente nos fragilizar, quebrar...fazer picadinho do nosso poeminha feito no papel de pão: E nem essa descrição faz seu mister real.
Parcamente descrevo um dedinho da prosa toda, que nem mesmo entendo. O conceito de 'torre de babel' se encaixa direitinho nisso aqui: a gente pensa que quis dizer, mas não disse como deveria. A gente perde o timing e parece que, às vezes, perde a dose... desentende, ou entende parcialmente. A fala é um mistério - o silêncio mais ainda. E a escrita, então...ah! nem me fale.Eu e tu entendemos isso já tem tempo, se você lê a plataforma blogspot (risos).
Essa semana, na loucura da vida, comentei com minha melhor amiga (o ser humano neurotípico mais incrível do planeta - digo sem medo) algumas características minhas que me 'isolavam' e como isso poderia ser por 'aquilo'...(me deixem, não quero falar sobre a respeito).
Mas o fato é que mencionei como ''isso-tudo'' me fazia sentir numa torre de babel, flutuando em um imenso rio de muitas marés, navegando perdidinha. Ou melhor, deslocada e ...eu estava preocupada em me sentir assim.
É que terminei recentemente o livro 'Antifrágil' ( literatura que comprei por pura afronta ao título...''afinal, como ele ousa falar das coisas frágeis?'') e ainda sentia certas dúvidas sobre como vou sobreviver por aqui, se a tese do autor é justamente que o frágil não resiste. E dizia Bel:
"Meu coração, cuidado, é frágil...''
Mas acontece que o livro transformou demais o meu conceito de fragilidade. Explico. De forma quase didática, de tão moderada, o autor aborda que as crises (ou as quebras, cracks, etc) produzem novas possibilidades de articulações. Literalmente, produzem novas forças da fraqueza. E a fraqueza de origem se transforma em força: o Antifrágil. Não confundir delicadeza com fragilidade, Jaci! - Anotado. E não confundir antifrágil... com rigidez.
Tu que me lês, aí do outro lado... não se egane. Antifrágil não é uma literatura de ajuda própria (algo que também valorizo muito e considero inteligentíssimo). Mas é que o livro tem uma proposta muito diferente. Longe desse viés, a narrativa muito racionalmente reproduz circunstâncias em que o caos e a desorganização produzem novas formas de ...coerência.
Bom, voltando à conversa com minha melhor amiga: o curioso disso é que eu estava tão preocupada, 'emaranhada' e cheia de questões quanto a certos 'issos' ...mas, só de chegar perto dela para falar das marés da vida nessa imensa torre de babel, e...zaz! meu sistema nervoso desacelerou e consegui falar com clareza a respeito de tudo: 'contradições,fissões, confusões' - ou seja, as coisas pendentes na minha setlist emocional. E fiquei mais confortável do que estar dentro do meu moletom favorito, em dias de chuva.
Depois de risos, cafés abraços e algumas lágrimas, ficamos algum tempo em silêncio, ela vendo série...eu viajando por dentro de mim e tirando a concentração dela, vez ou outra, ou...apenas quietas, praticando a linguagem da presença. Como sempre foi, desde os sete anos de idade.
Vim para casa tão normal - e eu nem acredito em normalidade e desconfio de quem se autointitula. É...realmente acredito que estamos em uma torre de babel que flutua em um imenso rio de muitas marés. Mas existem certos alguéns (as nossas almas-espelhadas, emprestei o termo) que...falam a nossa língua e até nossos silêncios. Falam conosco mesmo quando a gente tem um-monte-de-gente-dentro-de-nós, falando até dinamarquês ( Quem não tem?).
Algumas pessoas que nos fazem ser...mais humanos, densos e suaves, malucos e aquecidos, felizes, felizes mesmo, em ser quem somos. Família, amor, amigos...estes alguéns podem estar em qualquer um desses círculos - ou até mesmo estarem em uma breve fenda no tempo com para nos alcançar ou para que as alcancemos.
Há quem se conecte conosco sem a fala. Nos sentimos ligadas, 'eletrificadas' ou magnetizadas confortavelmente... pelo olhar. Pela piscadinha. Pela respiração...eu chamo isso de 'LIGA'. Existem alguéns que são lugares, que respeitam a nossa singularidade de forma tal, que nos fazem entender que, ser normal, na verdade...é ser confortável perto do outro. Que delícia de emoção: ser confortável em falar uma língua diferente dentro de uma anormalidade singular.
Sei que, ou tu pensaste aí nas tuas pessoas, ou pensaste apenas... 'essa doida é doida mesmo'.
Mas ... isso faz sentido, de verdade: existem pessoas que navegam conosco a existência, 'a dor e a delícia' de sermos exatamente...quem somos. Por nossos valores e também por nosso 'valor'. Mas não só isso...por ALQUIMIA QUÂNTICA, singular. Algo único, elétrico, especial, que nos interconecta...o tal 'fio vermelho do destino'. Não falo só do amor romântico, não (embora eu deseje para ti e para mim essa sorte). Falo de... laços.
São encontros reais, confortáveis e singulares que falam uma linguagem universal: A do afeto.
Já não ando tão preocupada em continuar delicadamente 'quebrável', no sentido de ser sensível às coisas da vida, pois sei que o caos se reorganiza...e o afeto, queridos e queridas...é a 'liga' mais antifrágil DO MUNDO!
Pois afeto é a linguagem universal do Amor. E isso sim, é a verdadeira mágica de existir.
E o meu manual antifrágil, então...é ISSO.
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domingo, 10 de maio de 2026
Explicação!
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| Imagem do filme "Nuestros amantes" |
Pequenas notas sopre o tempo e a vida
sábado, 9 de maio de 2026
Detesto consertar o que não quebrei! (Crônica do Boteco da Lua - Revisado)
quarta-feira, 6 de maio de 2026
A pior pessoa do mundo! (Uma crônica na vida anacrônica, real e possível)
Há uns meses atrás, assisti o filme 'A pior pessoa do mundo'.
Em uma narrativa densa e emocionada, o filme traz a vida de Julie, em diversos momentos, atingindo camadas, sobretudo, dos aspectos conturbados da personalidade humana e dos relacionamentos... e como, por muitas vezes, nós mesmos nos sentimos - ou somos - 'a pior pessoa do mundo'.
E se você não se sentiu ainda a pior pessoa do mundo, tome cuidado com o seu código moral.
Eu (mesmíssima) por diversas vezes, já me senti a pior pessoa do mundo. Isso porque, nem sempre, conseguimos agir de acordo com a nossa idealização do que é ser uma boa pessoa. Mas tento fazer o que chamo internamente de esforço do contrário, ou seja: busco ajustar minhas ações ao senso de correto, mesmo quando isso significa cortar meu próprio verso.
É claro que esse sentimento - o de ser a pior pessoa do mundo - nos alcança de uma forma ou outra, porque não queremos atingir o universo de uma outra pessoa de uma forma leviana. É a coisa da responsabilidade afetiva, de nossa percepção e até mesmo...compaixão, para com o universo do próximo. Nem sempre isso é fácil, pois já disse Sartre:
O inferno são os outros.
Mas também, o inferno somos nós, quando não reconhecemos nossas impropriedades e nossa dificuldade de lidar com o senso de correto do outro. Afinal, ninguém aqui é o dono do código de moralidade de ninguém, não é messmo?
E se você se sente assim, tome cuidado com seu código moral.
O que me recorda que, uma vez, conversando com uma pessoa querida, perguntei: 'Será que essas pessoas percebem que estão sendo 'escrotas'? e ela, muito pragmaticamente me disse que: 'não, elas acreditam que estão sendo as melhores pessoas do mundo dentro de suas perspectivas e códigos morais".
Isso me deixou um pouco revoltada. É, é foda viver em um mundo em que não temos um 'ponto arquimediano' do caráter. Mas, de outro lado, pensar nisso me convida - e a ti também - a flexibilizar um pouco a narrativa do bom e do mau. Afinal, eu não sou a régua da moralidade alheia.
Isso porque, infelizmente, ainda não dá para ser 'mocinho' de filme de comédia romântica, pois longe da idealização, sou mesmo muito gente: sinto raiva, culpa, desejos de vingança...mas também remorso.
Eu minto também. Quando isso me protege. Mas faço o que chamo de esforço da verdade. Mesmo que seja da minha verdade, para que isso alcance o universo do outro e para que as minhas relações sejam cada vez menos idealizáveis...e cada vez mais naturais e humanas. Mesmo porque, entre meus defeitos, está o de ter dificuldades em pedir desculpas - daí o esforço de tentar não 'errar'.
E se você não faz , tome cuidado com seu código moral.
Mas também, com a sua direção. Seu rio vai desaguar em que tipo de mar? ...
Bom, já fui chamada de inocente também, por esse formato. Acho fofo. Mas creio que tudo isso - os códigos de comportamento - são como um moletom quentinho: Nos protegem, nos aquecem e fazem sentir...organismo vivo. Mesmo que seja uma proteção antinatural, pois afinal, 'não quero lembrar...que eu erro também...'
Aliás...essa (ana)crônica é para dizer que, muito recentemente, me senti a pior pessoa do mundo...
E essa é uma forma muito, muito torta... de pedir perdão.
P.s: A imagem no fim desta crônica faz menção ao 'retorno de saturno', considerado momento de grande reflexão e amadurecimento, no calendário astrológico. É trazido também na música ''Vinte e Nove, do Legião, em que Renato Russo aprende a ...pedir perdão. :)
quarta-feira, 29 de abril de 2026
Alquimia
Superpoder!
Ode às coisas que ficam quando algo vai
terça-feira, 28 de abril de 2026
Inteira Afeto
segunda-feira, 27 de abril de 2026
Mágica Presença
Foi bom!
Estava nos rascunhos do aluanaodorme, pois precisava de uma imagem e uma canção...







