... a lua não dorme ...
Poesia, Filosofia de boteco, Observações do Cotidiano e o que mais vier p´ro mundo da lua! ;) . . . . . . . . . . . . . . . . . CONSIDERAÇÕES SOBRE O BLOG :1 - Viva a liberdade poética e a proteção aos direitos autorais!Toda vez que posto algo,indico autor. Se não o faço, é porque é a autora quem vos posta.2) Imagens? -Dr.Google. Exceções? Indico autoria. 2) -Poemas,velhos caducos que falam de tudo.NEM SEMPRE FALAM DO QUE SINTO! ... ***quem dera...***
sexta-feira, 31 de julho de 2026
Paixão! (2)
Amnésia!
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Lembrança
Vem quando o universo decide por te distinguir...
Vem, depois de eu te pedir p´ra partir de mim e voei
Voltei melhor, meu bem, eu sei:
Vem no entremeio, quando me distraio
De qualquer coisa e de nada, no meio de uma piada
quarta-feira, 29 de julho de 2026
Fogo na Chuva
O gelo também adoça
O fogo pode congelar
ah! - Névoas sob meus olhos embaçam poemas de outrora-
Pois já não leio teu nome no bater do meu coração no correr dos dias...
Eu ateei fogo à chuva e pus o coração para dormir 60 anos ou... 60 dias?
Descansar de sentir... sem ti
O gelo também adoça
E o fogo pode congelar:
Descobrir
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Hahahahahah. A construção deste poema foi tão feliz! Brinquei com 'Caju', da Liniker, com "Coração Selvagem'', do Bel e 'Você me bagunça'', do Teatro Mágico.
*Republicado de Dezembro de 2025, pois acessado. Faz parte da sessão das mãos, por isso acresci a imagem.
Akai Ito
terça-feira, 28 de julho de 2026
Boemia é charme, bebum é chato - Malandro é chique, otário, um saco (Filosofia seca do boteco da Lua)
'Eu vou fazer um samba em homenagem
Como sabemos, eu sou mais do cafézinho do que da noitada, mais da água com gás do que da cachaça. Então, porque a sessão de filosofia deste canto aqui se chama Boteco da Lua e não cafézinho encantado da Lua?
Bom, a primeira questão é... ''a paixão que mora na filosofia''.
Ninguém que aborde a vida em suas inacreditáveis vertentes, que lide com o absurdo existencial abissal das emoções...suporta a vida sem uma ajudinha. E aí, cada um com seu 'veneno'. Ou com seus venenos. Eu conheci muita gente interessante que só sobrevive (literalmente sem perder o réu primário) porque aprendeu a sentar no boteco com outras pessoas também porretas para partilhar merdas: Sortes e desventuras do cotidiano.
Na mesa do boteco vale tudo: piada 5a série entremeada às notas existenciais de Sartre ou Nietszche. O Velho BUCK. O impublicável. Lágrimas de desamor, traição, eternidade...atração. Foda.A vida é foda e não julgue este espaço pela palavra forte, tu tens mais de 18 anos e eu já dobrei essa conta.
Poesia. Declamada ou existencial. Memória. Revisada, ou sentida, falada e percebida...
Mas, veja bem. Ser 'malandro' não é para qualquer um. O malandro real - e não 'o regular profissional' - é o charme da Boemia - não é um cara engatilhando uma frivolidade atrás da outra com uma latinha na mão. O malandro, antes de ir ao boteco, BEBE A VIDA - e isso temos em comum..
O malandro tem paixão pela vida, por isso, desperta paixões...e, geralmente, a vida gosta dele, pois reconhece sua 'autoridade' para o assunto experienciar, no estilo Paulo Freire, que é um grande educador. Aliás, o malandro é aprendiz. E é incansável nessa coisa de aprender. Não se assusta por não conhecer: Quer mais.
Por isso, o malandro entende de química. Sabe que a vida é alquimia e, ainda assim, muitas vezes, perde a dose...porque é desmedido. Ou seja, nem todo malandro está bêbado, mas pode ficar. E é maluco. Acontece.
Por isso, geralmente, a Boemia dá canseira. O malandro envelhece, é fato - se tiver muita sorte e um anjo trabalhador. Não fica idoso gourmand: aquela pessoa toda esticadinha e empoadinha. O malhado da academia de ginástica (e isso também não é um ode ao sedentarismo, eu malho e conheço gente bacana que também o faz).
Não, o malandro não tem tempo para tanto espelho: Fica velho gostoso. Sabe, pessoa gostosa? aquela que a gente gosta de esticar o papo, de virar a madrugada conversando, de ver o sol nascer trocando vida...exalando essência, energia, realidade...buscando vida...admirando a lua. Ou usufruindo da madrugada.
O malandro está à vontade e deixa as pessoas à vontade.
Agora, não confundir Boemia com Bebum e nem Malandro com otário, o tal 'regular profisisonal'. Porque mesa de bar é como a roda da vida: pode virar um saco, pode ser um tédio, ou algo apenas comum...ao lado das pessoas erradas.
Mas pode ser inacreditavelmente engraçada, bacana e real... com as pessoas (in)certas - ou seja...aquelas que não têm tantas certezas.
E cada um prova da vida o que gosta.
(risos)
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*Republicada de 01.06.2026
Malabarista!
Desaprendi de tanta coisa desde que te amei
*Registro o furto escancarado da experiência alheia. O poema quis nascer, mas a poeta não queria parir às 00h30, porque a lua não dorme, mas a Jaci que mora na lua precisa dormir. No mais: Apaixonem-se mais, vocês, amigos que me confidenciam afetos. Eu fico louca de apaixonada junto e o poema nasce.
*Republicado de 28.032025, pois acessado. E recordei que, como dito há uns poemas atrás, este casal que inspirou o poema... está junto novamente. Eu guardo segredo. Vocês guardammmmmmmmmmm??? <3
Vem
Ahhhhhhhhhhhh ...
* Republicado, pois acessado. AMO ESTE POEMA! foi feito em uma época que o coração nem batia, pq nem dormia. Aí eu ouvi essa música e senti... rs. Porque a música tem essa potência: a de colocar dentro de nós uma fé incrível na vida e na arte do possível.
segunda-feira, 27 de julho de 2026
Percebidos!
domingo, 26 de julho de 2026
Gostares
Ode às Imperfeições
Ensaios sobre morar dentro do Sol
Paixão! (Parte 3)
sábado, 25 de julho de 2026
Conversas com Tomas.
A densidade e leveza coabitam
Não tão divididas e nem tão espaçadas
Pessoas não são matemática:
Não há metrificação...
Coração não é licitação:
- Quem suporta mais a bagunça do meu coração? -
A vida é mais bela e esplendorosa
O dia nasce, o céu clareia, a poesia vale a prosa...
Do caos nasce a ideia de sistema:
O big bang está aí para provar:
A natureza se alvoroça para metamorfosear
Vida em Beleza!
A densidade e a leveza coexistem para transformar
Beleza em paz, caos em razão
- E tudo que, com esta dialética não coabita,
Tende à extinção...-




