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Maria Ester faz parte do que nomeio Santíssima Trindade Poética do Amapá, também composta por Fernando Canto e Alcinea Cavalcante.
Que sorte a minha, nesta existência, ter a oportunidade de partilhar...
Poesia, Filosofia de boteco, Observações do Cotidiano e o que mais vier p´ro mundo da lua! ;) . . . . . . . . . . . . . . . . . CONSIDERAÇÕES SOBRE O BLOG :1 - Viva a liberdade poética e a proteção aos direitos autorais!Toda vez que posto algo,indico autor. Se não o faço, é porque é a autora quem vos posta.2) Imagens? -Dr.Google. Exceções? Indico autoria. 2) -Poemas,velhos caducos que falam de tudo.NEM SEMPRE FALAM DO QUE SINTO! ... ***quem dera...***
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Maria Ester faz parte do que nomeio Santíssima Trindade Poética do Amapá, também composta por Fernando Canto e Alcinea Cavalcante.
Que sorte a minha, nesta existência, ter a oportunidade de partilhar...
Caríssimo
(a), me responda com sinceridade: Qual fim tu destinas aos estilhaços do que
tanto quis?
Ah...DESEJO.
Essa
matéria quente, brasa acesa na pele, chama alta que queima lábios e juízos,
incendeia a alma e ordena vontades. Nossa língua (a materna, não falei desta
que já formigou na tua boca, de pensar), carrega essa feitiçaria pronta na palavra
– esse empurrão certeiro que nos lança na correnteza da vida, feito gente que
não sabe nadar e é empurrado de um trapiche, em dia de maré alta.
É
pimenta, já diz Rubem Alves. Dá água na boca, arde enquanto molha...
Bom,
a palavra viajou no espaço-tempo, como alguns de nossos quereres.
Na
origem, vem de desiderare, de - siderare, nomeada pelos Romanos como a ânsia
do contato com as estrelas e a existência de uma separação entre aspiração –
realidade: a ausência do contato que produz a ânsia do encontro.
O
curioso é que L.Krauss já nos lembrou que a nossa composição natural contém
carbono, uma substância que não existe no planeta terra, mas sim, nas estrelas.
Logo, trazemos o pó do cosmos nas veias. Que deboche do destino, desde os
antigos até aqui: o ser humano correr atrás daquilo que pulsa em sua carne e
sangue.
É,
os Deuses vendem quando dão: O Desejo, desde a origem, é uma zombaria linda,
ingênua e dolorida. E de dor e beleza, convenhamos, todo mundo entende bem. Pois bem.
Ocorre
que li, recentemente 'Noites Brancas', cujo personagem central, "O
Sonhador’’ – já que jamais deu-se ao trabalho de se apresentar pela formalidade
de seu nome – conta as quatro noites ‘mais
significativas’ de sua existência: A do encontro com a idealização do amor,
personificado pela fulana de tal - que chamarei assim apenas para não pessoalizá-la
demais, já que vamos falar em projeção.
O
sonhador começa como um mero caminhante na cidade de São Petersburgo, como
parte da paisagem da cidade, absorvendo a vida e o cotidiano a tal ponto, que
conversava com as casas da cidade até o encontro quase inacreditável com
fulana-de-tal. O livro é desenvolvido em partes singulares, as ditas quatro
noites brancas: o encontro/ a intimidade (o querer da entrega não
concretizada)/ A vertigem do sentir/ o
derradeiro fim. Tudo em uma voltagem singular: Coisa instantânea.
De
início, não ganhei identidade com a leitura, como em outras obras do Dostô, pela
gritante diferença entre a escrita – claramente de seu início - e as suas clássicas obras, tal como
"Crime e Castigo" ou "Memória da casa dos Mortos", que,
complexas e tortuosas, demonstram nuances e melindres da filosofia que mora
dentro das sombras humanas, rasgadas entre carne-armadura, sombras, luz,
ambivalências...
Dias
depois de concluir o livro, a ficha caiu: fazia algo banal, como estacionar o
carro, quando percebi que fulana-de-tal foi a personificação do desejo do
sonhador. Uma espelho de sua própria
solidão. Fiquei encantada com a delicadeza de Dostoiévski – aliás, sem isso, a
alma humana é quem quebra.
Neste
mesmo momento, curiosamente, levantei do carro, a bolsa caiu do meu colo e
quebrei um perfume que se chama, adivinhem? ...DESEJOS. Mas, apesar de
quebrado, ele não derramou o líquido. Resolvi que poderia transformar, tal qual
o sonhador, meu ‘desejos’ quebrado em algo bom – afinal, a beleza das coisas quebradas
é a essência da filosofia japonesa wabi-sabi.
O
Sonhador pegou as quatro noites ‘mais significativas’ de sua existência e
transformou em mensagem, afeto e gratidão pura: fez algo belo com seu Desejo
Quebrado. Ele poderia ter chorado o papel de coitado, mas recolheu seus pedaços
com a melhor parte da palavra calma: ALMA. Pura arte.
Ah...meu DESEJO quebrado (risos) e suas noites brancas sob os céus do Equador!
O
fato é que, muito paralelamente, correlacionei o livro ‘Noites Brancas’ à
canção ‘Dia Branco’ , de Geraldo Azevedo - que, quem sabe? - não foi nomeada em
clara analogia e contraposição ao livro, sendo aqui descrito como um afeto, um
sentir... possível.
A
letra diz:, " Se você vier pro que der e vier comigo/ Eu lhe prometo o sol ...se hoje o sol
sair/ Ou a chuva...se
a chuva cair.../ Até onde a gente chegar/ Numa praça, na beira do mar, um
pedaço de qualquer lugar.../Neste dia branco - se branco ele for (...)”
Ah! A beleza das coisas...possíveis!
Sim,
é fato que a vida real acontece a cada abrir de olhos, feita no cotidiano dos
dias brancos, vivenciados na nossa escala singular de possibilidades. E é verdade que ninguém aqui nasceu para
estátua de mármore, e que apesar de querermos essa simplicidade, pulsamos
ambivalências, voltagens e vontades particulares: Temos e somos o desejo
partido de alguém.
O
lance é que, ajustar o coração à loucura cotidiana - com suas dores e miudezas
- é a única chave para a felicidade. Um
realismo esperançoso, como diz Suassuna. Uma estratégia de sobrevivência mais
profunda do que um manual sobre a guerra. Difícil de aprender, impossível de
ensinar. Vamos à lida.
Então,
caríssima (o), não sei o fim que tu destinas aos estilhaços do teu querer... sei que tens tuas noites brancas. Então, te desejo SIM a
poesia clara do dia, feita de abraços e afetos... ao alcance da mão.
É ISSO!
A publicação está fora das margens. É a única da história do aluanaodorme neste formato. Porque tudo que em nós transborda...é querer. :)
Tem gente que só de a gente saber que existe dá um quentinho no coração, não é?
Gente que conversa macio, que a gente não vê o tempo passar...que tudo parece mais: mais quente, mais terno, mais interessante. Tem gente que está escorrendo sal sendo açúcar na nossa existência. Tem gente que escolhe presença ativa e que a gente sente um prazer danado em acomodar no dia.
Tem gente para quem a gente quer contar as coisas e com quem a gente pode contar...que a gente quer por perto...que sente falta...aproxima. Tem gente honesta, batalhadora, interessante, se encontrando para tomar um café, antes das seis (ou até depois), para falar de muitas formas como a estrada é sobre lealdade. Amizade, amizade bruta mesmo, daquela que não distingue nada: sexo, orientação, idade, sobrenome, religião...
Tem gente que chega e vira irmão no meio de uma piração danada.
Tem gente com quem a gente não precisa 'performar' nada: vira quarta, quinta, sexta e sábado na netflix ou na noitada. E acorda novinho em folha, porque se sente...gente. Tem gente que parece nosso livro favorito: é filosofia pura, notas existenciais sobre existir. E, ainda assim, capaz de rir...de fazer rir...de ser gostosa...com bobices e manias, gente que é toda bordadinha, feita de detalhes...
É, tem gente que recarrega a gente. Com uma poesia, uma piada. Uma receita nova! Comidinha boa...um olhar quentinho. É, tem gente que é calor humano e isso, por si, já é um poema. Gente que teima e que conecta e que espalha acolhimento, mesmo quando a vida tá confusa. Tem gente que não tem tempo para nada, mas que para tudo para te abraçar. Para te acompanhar. Que te conhece como as linhas de um lar. Que te faz respirar melhor só de saber que existe...
Tem gente que erra e aprende o caminho do acerto. Que volta, reconecta, reconhece a singularidade afeto. Tem gente que nem diz nada, só não repete o ato. E que não pede desculpas, mas aparece com um café quentinho, para refazer o laço...
Tem gente que a gente quer fazer qualquer coisa e 'qualquer nada' juntos. Que a gente nem quer escolher, só estar e acomodar. Que é bom até estar em silêncio e respirar...presença.
Tem um montão de gente que sara enquanto sangra, porque reconhece na ternura sua força maior. Tem tanta gente administrando sua confusão sem confundir ninguém, fazendo da vida um lugar honesto, interessante, colorido e colorível, formando laços, conexões e significados, aprendendo em conjunto como existir pode ser bom... como sentir é bonito...
Tem gente que brota um jardim no coração e que faz a gente descansar enquanto dança.
Como se fosse um flow, uma magia quântica...
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*Republicado de 2025, com uma foto nova.
Ligo para ela*
Eu estou emputecida da vida e com vontade de contratar um caba- do- olho amarelo para resolver um ódio recém-passado, mas gosto muito do meu réu primário para perdê-lo por idiotices.
O que acaba de me acontecer é inusitado.
Explico.
Há dias atrás eu presenciei alguma das conversas mais grotescas que já ouvi a respeito de outros seres humanos (e olha...eu sou advogada criminalista há coisa de 15 anos, mas aí são outras ondas). Ouvi um ser humano do tipo homem-hétero-otário tecer considerações sobre detalhes de um corpo humano (vide, uma mulher que-sequer-deve-saber que seu corpo esteve em uma 'roda' de análise).
E ouvir esse 'ser' tecer considerações sobre uma tal 'garota', 'namoro', 'vida' - se é que isso existe nesse tipo de mentalidade. Mas, nada disso me diz respeito propriamente. Eu APENAS ouvi - como se isso já não fosse uma violência, independente de sobre quem. E ouvi quase-sem-querer, pois nem mesmo era interlocutora (Graças a Deus, mesmo porque eu jamais seria).
Bom, apesar de muito impactada na hora, o fato é que esqueci o evento por alguns bons dias. Mas o que me embasbacou foi: hoje, eu estava em um café debatendo estratégias de uma análise e muito concentrada a respeito, quando vi essa figura andando pela 'rua' do shopping com uma mulher, a quem conheço de outras alucinações, nessa paisagem chamada vida. É uma garota legal e, embora não seja minha amiga, me parece ser uma pessoa boa...e fiquei triste pensando no quão magoada poderia sair daquele tipo de des/conexão com aquele tipo de des/figura(do) - risos.
Bom, a situação me deixou mais que indignada, pois me fez refletir detalhes da minha personalidade. É que tenho dificuldades de achar pessoas ruins e já fui chamada de inocente por isso, algumas vezes. Mas a verdade é que não acredito que possa pré-conceber alguém baseado na experiência alheia. Então, creio que as pessoas, com suas atitudes, contam quem são. Mas, apesar disso, sigo à risca o manual anti b.o e ele dá certo, na maior parte das vezes. Mas eu também me engano e a mocinha à minha frente - certamente uma mulher adulta - parecia inclusive nem perceber a cilada. Senti uma súbita empatia.
Pois bem. Ocorre que essa 'pessoa' passou com aquela-menina-legal (até onde sei), e na passagem me olhou bem nos olhos. E foi involuntário pensar: gente assim existe mesmo. Não é feito aquele personagem de 'O amor é Cego', o Maurício, que com seu rabinho escondido ficava a medir a beleza e o potencial de perfeição alheia. Eles circulam entre o meio, como se fossem gente. Bom, no fundo, eles são como o personagem: encontram problemas nos outros porque possuem algo em si.
Depois disso, chego em casa, tomo uma BOA TAÇA DE VINHO e penso em Sex And the City.
Confesso que a minha relação com a série é ambígua, porque a independência feminina lá preconizada ainda é muito voltada para relacionamentos (mas, já diria Bel...era uma vez o homem e o seu tempo). Enfim.
Fato é que, no primeiro episódio, a personagem Carrie fala sobre a morte do amor em Manhattam, nos anos 90 - e foi por isso tudo que comecei a traçar essas-mal-traçadas-linhas.
Bom, falo por mim e vou seguir a dizer. A vida foi legal comigo, mesmo quando não. Tudo que teve um sincero impacto na minha existência foi permeado de significado ... e muita, muita beleza, arte,leveza e densidade. E isso me fez discernir bemmm o que é para mim. É uma baita sorte - e sorte é sempre Deus.
Ainda assim, dá um baita medo de que gente desse tipo tenha promovido a morte do amor, com suas atitudes: baixando tanto a régua, fazendo corações com ternura perderem um pouco do viço, diminuindo a profundidade das águas limpas, sendo apenas um pocinho raso de baixíssimos valores, reagindo à vida como se suas 'presenças' fossem um 'presente de Deus' (Dizem que o inferno tem as portas iguais às do Céu...risos).
E isso me recordou também outras formas de gente escrota. Gente que não cumpre seus acordos, a não ser que tenha consequências. Que mente e aperta mãos, até que possa puxar o punhal. Gente que deixou de ser coerente com suas paixões e promessas à Deus...gente que deixou de pensar no quão falha é. Isso me inclui e te inclui, certamente,porque 'ninguém aqui é puro anjo ou demônio'. E todo mundo é um pouco 'o cão'.
Aí, disquei o 'disque-melhor-amiga', e essa anacrônica volta ao começo.
Na ligação, comentamos o quão é uma pena que ninguém venha com um SELO DE B.O na testa, ou escrito: SOU ESCROTO. Escroto mesmo, porque mesmo a palavra medíocre vem de mediano...e gente assim não cabe em outro adjetivo. Sei que nenhum de nós escaparia de usar esse 'selo' para alguém, em algum momento. Mas tem gente que é repetente. Coitada da moça.
O fato é que vamos coabitar, (co)orbitar e até colidir com esse tipo, vez ou outra, pois não temos evidências de que estamos na Matrix e pior: Não temos uma Matrix diferente para cada tipo de programação pessoal - É UMA PENA! Já imaginou que lindo todos os escrotinhos vivendo no seu mundo de escrotidão e a galera com caráter do outro lado?
E quem estivesse no limbo entre 'escrotidão -coirreição-caráter', também tivesse um lugar particular para decidir, onde coabitaria com gente 'ser/nãos ser', até decidir qual seu lado da Matrix? Ô Sonho.
Se bem que... os escrotinhos não gostam dos escrotinhos. Essa é a verdade. Eles gostam de gente maneira, porque: a) Fingem ou ignoram sua escrotidão; b) Não se acham escrotos; c) Precisam de um besta para ser escroto (porque outro escroto poderia lhes atribuir igual lição).
Sabe o único período em que gente escrota gosta de gente escrota? quando vão se unir para serem escrotos em desfavor de outrem. Mas aí, é questão de tempo para o veneno entornar( e, talvez, essa seja uma das maneiras mais elegantes de justiça sem vingança, para esse tipo de natureza).
Outra questão é a relação causa-consequência. Os escrotos se revestiriam de gente correta, para não sofrer o peso de suas ações e irem parar na Matrix 'certa'. Não por arbítrio, pois a escolha da virtude seria sobrevivência. Puro oportunismo. Esse tipo de modelo é bem narrado nas distopias que envolvem hipervigilância, como 1984 ou Admirável Mundo Novo.
No fundo, curiosa e ambiguamente, a Matrix seria uma violência ao arbítrio. E o arbítrio é a essência da identidade. Bom, essa é a emblemática questão do arbítrio, pelo qual se reveste todo o debate acerca de teologia e da natureza de Deus e da humanidade, na tentativa de explicar a 'criação'. E também de Bauman e a super star teoria da modernidade líquida. Eitaaaaa...como liguei? Vamos lá.
Bom, tu tens um minutinho para a palavra de BAUMAN? hahahahahahaha.
Para Bauman, a identidade é conformada individualmente e não é estática, é flutuante: move-se de acordo com as interações do indivíduo. Mas, é claro, depende de fatores que não controlamos: eu não escolhi nascer no país que vivo, na cidade aonde moro, na família em que vim. Por isso, mesmo o arbítrio possui condicionamentos intrínsecos. Por consequência...'sem querer, querendo', somos parte do 'meio'. Não produto: parte. Isso é ainda mais preocupante.
Mas ainda é uma ponte de resistência. A mesma coisa acontece com o tal 'arbítrio', na questão teológica. É o que distingue a essência entre o ir para a MATRIX religiosa bem dividinha de paraíso-purgatório-inferno. Enfim...por aqui, seja lá qual lugar estamos, essa distinção simplesmente não existe.A não ser dentro de nós: Opa, senti algum alento.
Bom, quanto à minha preocupação de origem - a da ligação - restou torcer por aquela querida. Para que ela tenha 'tutano' dentro de si e conexões significativas e suficientes. E com isso, retomo à Sex And the City e às conexões reais - pois foi assim encerramos a nossa reflexão na longa chamada ao disque-melhor-amiga.
Não, Carrie: O amor não morreu em Manhattam e certamente não morreu em Macapá. Ele está todos os dias nos ligando uns aos outros, promovendo encontros e salvando a alma de ser pedra. Ele está em quem escolhemos dizer 'você me importa', em quem pensamos em ligar para contar como foi o dia, em saber se está bem...nas pessoas que nosso coração pensa, ao acordar. Afinal, a alma sabe mais do que a consciência ( Lembra de 'como se fosse a primeira vez?).
Está nos risos e piadas, nos lanhos e batalhas, nos abraços e canções que escolhemos chamar de nossos. Nas imperfeições com que queremos e podemos conviver. Está no que admiramos e acolhemos. Está em...permitir-se ser alcançado, mesmo que isso signifique arriscar.
Mas o antifrágil ...SIM!
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*P.s1: Vocês já sabem quem, a ligação foi para a santa da minha melhor amiga.
*P.s2: Eu continuo frágil, no sentido Belchioresco.
*P.s3: Republicado, de 13.05.2026, porque foi acessado ontem e antes de ontem, e conversei esse assunto bem recentemente. Realizei um parágrafo de acréscimo. Esse é um texto bestinha e otimista e meu editor me disse que não está do meu tamanho, real. Depois de muito reajuste, foi aprovada como tal. rs.
Mas, ei, eu também sou bestinha, às vezes, faz bem ao coração...
.Esse poema é tão EU.