Então, Paixão.
O que fazer de nós?
Só vem...me abraça um pouco
Senti saudades e falei...
Vamos ter fé que nossos corações dão conta
Que a gente aprende como fazer a janta
Viver nós dois de um jeito calmo,
rir e ver um filme na televisão...
Gosto do cheiro da tua respiração
Da paz que respira em mim
Quando de te vejo brincar, contar uma piada
Igual a um menino bobo, desajeitado
Segura na minha mão, ela quer a tua... sem alarde
Descasca no meu corpo, minha pele nua
Me diz que é bonito sentir contigo
Eu corro esse perigo...corro sim
Fica quieto, Paixão: não fala tanto
Não me pede tantas desculpas e também...não faz assim
Deixa o tempo absorver o impacto
Que eu só gosto dos teus abraços, mesmo
O que dá p´ra fazer? eu tento me escolher, te acolho...
Não há perfeita sincronia no universo, nem o verso
A palavra também precisa de ajuste para encaixar: O que é o tempo
Senão o espaço para o coração significar?
A gente cresce no medo, na euforia, no erro...
Vem cá,
Eu me sinto calma e acesa quando te enlaço,
E quero mais do dia que virá, depois
Feito aprender a beleza de ser...feijão com arroz.
Que coisa maluca, estúpida, que chega e toma conta
... Será que isso é se apaixonar?
#
Estava nos nos rascunhos do blog...e meio que é o que penso de paixão, como elo que conforma.
Sei lá, acho isso tudo aí...tão imperfeito e realmente belo.
E este é o poema 4 dos dias dos namorados.
De coração para coração, encha-se de fé nas coisas lindas da vida.
Estamos aqui para ver a ternura nos detalhes da borboleta...
Feliz dia dos (e)namorados.
Que teu dia seja bonito.
:)

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