Brilha, lua minguante...
Na calma de uma noite morna
E o calor úmido da cidade
Parece impregnar o espaço do equador...
(Macapá arde sob o fogo intenso,
É noite, a lua mingua e traz o sol consigo...)
Nem sempre é de lua cheia o céu
as estrelas, pequenos vaga-lumes
Sob o manto da escuridão
Trilham caminhos dispersos na imensidão...
Escuro breu que esconde a galáxia inteira:
Brincarei de beber estrelas: Uma a uma
Farei o parto do amazonas e beberei seu caldo
No nascer do sol da manhã
E, no afã de sentir a brisa de junho soprar
Deixarei os cabelos soltos
Brindarei os elementos
E até contarei segredos
...pequenas preces ao vento! #
*Poema de 2016, acessado, republicado.
Ei, lua...pega leve.
Ei, Sol...<3
QUE CALOR!

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