Foi preciso.
Cortar o fio
Do meu coraçaõ
Que ria para ti
Sem motivo.
Do meu coraçaõ
Que ria para ti
Sem motivo.
Deixar a paisagem dispersar
Sobre a névoa dos dias
Que levam ternuras adocicadas
Do ontem...
Talvez
Nunca mais
Aquela atmosfera branda
Aquela leveza...
'Acho que você não percebeu
Que o meu sorriso era sincero...'
- Que pena -
'Tão contente porque nós quase conseguimos'...
Acabar a guerra fria:
Vestir minha armadura blasé...não mais você
Usar minhas palavras de sempre,
eterno cliché entre amenos 'kkk'
- E te desaprender -
Cortado o fio
De interligação: não te contar meu dia.
(...e meu coração ria para ti
Sem motivo)
Não recordar teu cheiro:
Anosmia.
#
Mini-crônica engraçada - As coisas que acontecem com poetas:
Céu Setentrional, lua brilhante de solstício - 21.06. Beira-rio, som bacana rolando. Essa emoção nasceu. Fui para o hospital de partos de poemas ...e eles me mandaram para casa, pois o poema ainda tava 'verdinho'.
Hoje, em pleno almoço de trabalho - porque advogar é o que paga as contas, por aqui - O POEMA VEM INTEIRO NA MINHA MENTE. Dança e sapateia por sobre as linhas do meu argumento técnico.
Hoje, em pleno almoço de trabalho - porque advogar é o que paga as contas, por aqui - O POEMA VEM INTEIRO NA MINHA MENTE. Dança e sapateia por sobre as linhas do meu argumento técnico.
Faz o maior show no meu emocional. Nasce atropelado, assim que chego em casa.
Porque a luanaodorme e também não trabalha, a Jaci é quem faz o serviço.
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