quarta-feira, 22 de julho de 2026

Na Oca!

 



Na oca sou silêncio e  solidão
Calmaria de deserto...desconexão
Fora da área de serviço,desconfigurada
Alma mais inteira...ainda que penada!

Na oca...sou só mais um ser: Elementar!
Buscando o abrigo do vento
A carícia doce do ar...

Sou bicho, raiz, borboleta
Bruxa, flor, sol resplandecente
Lua aquecida pela visão linda de uma borboleta que sorri
Peito inerte, ainda que adoecido de si...

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No meu lúdico intervalo, tanto valor!

*De 03.09.2014 - nas idas horas na Universidade Federal do Amapá. 
Como eu amava este lugar e estar lá. 
Minha alma lagrimou. A quem acessou este poema, muito obrigada!

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