Na oca sou silêncio e solidão
Calmaria de deserto...desconexão
Fora da área de serviço,desconfigurada
Alma mais inteira...ainda que penada!
Na oca...sou só mais um ser: Elementar!
Buscando o abrigo do vento
A carícia doce do ar...
Sou bicho, raiz, borboleta
Bruxa, flor, sol resplandecente
Lua aquecida pela visão linda de uma borboleta que sorri
Peito inerte, ainda que adoecido de si...
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No meu lúdico intervalo, tanto valor!
*De 03.09.2014 - nas idas horas na Universidade Federal do Amapá.
Como eu amava este lugar e estar lá.
Minha alma lagrimou. A quem acessou este poema, muito obrigada!

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