Vem quando não quero, feito brisa
Um nome parecido, um verbo que alguém diz, uma palavra
Vem quando o universo decide por te distinguir...
Vem quando o universo decide por te distinguir...
Chega no meio de uma reunião, de um poema
Vem, depois de eu te pedir p´ra partir de mim e voei
Voltei melhor, meu bem, eu sei:
Vem, depois de eu te pedir p´ra partir de mim e voei
Voltei melhor, meu bem, eu sei:
Os ventos calmos e as marés ensinam. Isso é bom.
Existir é mágico, mas é preciso escolher como viver:
Acolher e imaginar a vida como gostamos de sentir e nos sentir
Pensar no segundo como um projeto em composição
A vida, afinal, é isso: um quebra-cabeças delicado
Que montamos lentamente a imagem e a percepção
Mesmo assim, tu vens, tentação:
Quando acho chato um riso ou opinião
Quando te vejo distante, em meio a uma multidão
Ah...como é feia a comparação...
Vem no entremeio, quando me distraio
De qualquer coisa e de nada, no meio de uma piada
Vem no entremeio, quando me distraio
De qualquer coisa e de nada, no meio de uma piada
Vem macio e depois vai...sem eu nem perceber
...A lembrança do teu cheiro e de você
(ah! Contradição do não-querer)
Contradição do não-querer...
#
Nenhum comentário:
Postar um comentário