Bate coração, coisa de pele
Sentimental demais, a poesia come de nós dois
Entre suor, saliva, instante
Somos reais, aqui...presentes.
Bate a piada, o riso, a estrada
A conversa calma, possibilidades
As brincadeiras e piadas tolas
Bate até saudades, quando não estás aqui.
Bate a carícia dentro do coração
As coisas sem explicação
Bate irremediavelmente a emoção
(tum tum tum...)
Tão bom sentir assim.
A 'liga' não retira nada:
Minha carne ainda é minha quando não estás
E até o tempo respira em paz...
Nas ausências e presenças conversadas
Nas palavras ainda não ditas, pontilhadas
O poema assiste, atento,
Um novo jeito de pulsar o coração...
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*Estava nos rascunhos do aluanaodorme.
Essa canção não é inspiradora?
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