Eu
Não sinto necessidade de multidão
Gosto da quietude do quarto
Da simplicidade que mora na solidão...
Posso fazer silêncio até a eternidade
Em meio às pessoas-tempestade
E faço a mesma cara de paisagem
Para as coisas banais...
Eu,
Passo sempre distraída
Em meio às luzes do mainstream
Não faço força desmedida
Para atrair nada do que não me tem
Mas, daí... acontece ''Você'
Que chega manso
E viro colorida e falante
Pois, meu bem, sem explicação...
"You on the only Exception''
De repente,
O tempo ajusta a hora no meu relógio
E você me faz rir da confusão
Dormir minha densidade e falar só de bobagens
Segurando na tua mão...
E, em meio às nuvens da chuva torrencial
Clareias a sala e as cores do meu coração
Pois a tua presença calma resolve coisas
Que não consigo falar ou explicar a razão
Pois meu bem, talvez você não saiba,
Que é a minha exceção.
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Esse poema é uma lindeza e foi feita ouvindo a música.
Faça-se a gentileza de ouvi-lo com a canção. rs
Pois somos piegas também, no aluanãodorme.

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