Poesia, Filosofia de boteco, Observações do Cotidiano e o que mais vier p´ro mundo da lua! ;) . . . . . . . . . . . . . . . . . CONSIDERAÇÕES SOBRE O BLOG :1 - Viva a liberdade poética e a proteção aos direitos autorais!Toda vez que posto algo,indico autor. Se não o faço, é porque é a autora quem vos posta.2) Imagens? -Dr.Google. Exceções? Indico autoria. 2) -Poemas,velhos caducos que falam de tudo.NEM SEMPRE FALAM DO QUE SINTO! ... ***quem dera...***
terça-feira, 22 de novembro de 2022
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segunda-feira, 17 de outubro de 2022
Dos Aprendizados
Aprendo a convergir silêncios,
Apreciar doses menores de doces venenos,
(Tem dó de mim, tempo,
Leva tanta vida para aprender a ser simples...)
De tanto querer e procurar
De revirar minha própria caixa de pandora
Eis que enfim, me tornei Senhora
Dos meus mistérios...
- Pelo menos daquilo que, até aqui, se revelou a mim-
Nadar em meio ao rio de se ser
Dá um trabalho danado!
É que é mais simples se entorpecer
Por isso, atenção, cuidado...
Cuide de sua vaidade,
Cuide da sua auto-importância
Para que nada fique tão grande a ponto de fazer sombra à luz alheia
Ou tão pequena que precise do brilho de outra estrela...
Antes, sejamos despertos,
E assim como o açúcar precisa do sal,
Moradores de uma mesma aldeia,
Ainda que em tantos lares...
sexta-feira, 7 de outubro de 2022
Pipoca Flor!
Das coisinhas espalhadas pela casa:
Do quentinho com que me abraça...
Uma rosa, uma pipoca
Uma coisa linda
Quanta coisa posso dizer dos dias!
Mas nada se compararia
Ao milagre da tua vida...
Minha menina.
Menina dos olhos do Pai,
Todos os dias a graça do Senhor me alcança
Por teus olhos de imensidão,
E nada mais posso dizer que fale ao certo
O coração é quente e feliz em te ter por perto
Minha alegria dança junto de você...
quarta-feira, 28 de setembro de 2022
Paz!
sexta-feira, 12 de agosto de 2022
"Aqui''
quinta-feira, 28 de julho de 2022
Das Levezas
terça-feira, 26 de julho de 2022
Venha Santana! (Devaneios da Sessão Velha Boba)
Mas a gente era muito 'marginal', sem tablet ou videogame. À noitinha, antes da novela das nove, sagrada para todas as mães, tinha um “Onde eu mandar, vô. E se não for? Apanha um bolo”. E a criançada se divertia para trazer a primeira folha amarela da mangueira do vô, uma 'pedra branca' ou a lua e as estrelas, a depender da criatividade da “mãe”.Se alguém ficasse gripado, na minha família, tomava remédio de mel,copaíba e limão. Biotônico? coisa de rico. Tomávamos 'batidas' exóticas, feitas com ervas daqui. Um exemplo: Mastruz com leite moça, para 'lombriga'. Se tivéssemos febre demorada, éramos levados para aquelas velhas mágicas, as senhoras sábias da floresta,'benzedeiras' da cidade.
Qualquer pequena coisa que faça recordar aquelas ruas de terra batida e casas com quintais cheios de árvores frutíferas e mistérios profundos, onde crianças corriam em busca de incríveis descobertas, fazem nascer em meus olhos igarapés de saudades...
Há muitos anos não sou a menina da cidade de Santa Ana, que recebeu meu avô, tios e mãe com generosidade, vindos de outra grande navegação, em uma embarcação chamada VENCEDORA...como a preconizar destino de gente forte, que correu atrás de sorrir, de ganhar, vencer e devolver para a cidade o mesmo coração com que nos recebeu.
domingo, 17 de julho de 2022
Modernamente antigos
Nada que já não tenha sido lido
terça-feira, 12 de outubro de 2021
Aquela máquina de Digitar Afetos
Aquela máquina de Digitar afetos
Nunca mais escreveu a palavra "Meu amor"
Por onde andas,
Afinal?
Verbo que é cheiro
Quanta falta tu faz em meu jardim...
Nem sempre fui assim, tão dislexa à paixão
Já fui mais atenta ao meu próprio coração
Mas a vida é assim,
Depois que passei a usar relógio
O tempo caçoa de mim:
- Faz com que tudo tenha exíguo começo, meio e fim -
É que o amor não cabe no curto espaço de 24 horas
isso aos poucos, creia,
A tudo devora -
E apavora
Mas... acalma, Coração
- Quem sabe ainda temos
Uma eternidade a mais
Na próxima Oração -
Quem sabe a gente se tropece
Em meio ao burburinho de um café
Quem sabe aquele velho ditado (Clichê)
Ainda esteja de pé
Ah! Incerta beleza de existir.
O verbo futuro é ingrato
Descumpridor nato
De
quem achamos que seremos...
Faz tempo que não chove em Macapá
Mas o Equador vira água num súbito instante!
Quem sabe a vida seja assim: de se sentir o sabor
E agora, sob o intenso calor,
Me demoro a tentar compreender
O porque essa máquina (de bater)
nunca mais digitou a palavra
"Meu
amor"...
segunda-feira, 11 de outubro de 2021
Liberdade
Sonhar meus próprios horizontes
E toda sua imensa rima
Remar meu próprio verso
(Despreocupar do resto)]
O mais...ah! Deus ensina.
Desaprender teorias
E conformar a batida do meu coração
Desafiar meus limites
Amar o instante,
Entender meu irmão.
Sei, não é fácil viver.
Mais difícil ainda é desistir
Melhor então...aceitar o virar da maré
E entender que o sabor do futuro é um talvez
Mesmo o vento não faz a curva de uma só vez...
Eu me encontro comigo
E dou ao meu próprio tempo um novo sabor
Gosto mais da mulher ao espelho
Seus sabores e entremeios
Seus vícios e anseios.
E nesse multiverso de tantas descobertas
abraço tudo que me aquece,
Meus laços de amor mantenho fortes
Para não esquecer quem sou e fui
E assim, mais dona de mim
Dou meus mais que bem-vindo amanhã!
Construção do Amado instante!
E assim adeus, passado!
Por outro lado,
A tudo isso: Gratidão!
#
Que a gente sempre esteja perto de tudo que nos leva ao melhor em nós.
LUZ!
segunda-feira, 20 de setembro de 2021
Consagração a Maria-mãe
quarta-feira, 1 de setembro de 2021
Padrão de Referência
#
quinta-feira, 17 de junho de 2021
terça-feira, 15 de junho de 2021
Sossego
Dentro
do vento...sossego
No
espaço de ser deixo estar
A
vida não acontece toda de uma vez:
É
preciso deixar ser o que virá
Dentro
de mim, readequo
Ajusto
um ou dois móveis de lugar
Arranjo
espaço para um novo luar
E
deixo um espaço arejado para o inevitável
Aquilo
que inexoravelmente ‘será’.
A
chuva não cai só de uma vez...
O
mundo já nasceu e acabou
Pelo
menos em uma oportunidade
E nem isso findou a existência,
Em
essência, o néctar se recria
No
revoar das próximas andorinhas
O
verão vindouro se anuncia
E
chega, um dia de junho de cada...
E
do vinho ao xerez
Tudo
passou pelo processo de (re) criação
Mesmo
o segundo parido
Veio
de um inteiro giro:
Dentro
do vento...sossego o coração.
#
Não...
Não me percas antes que eu te mostre
Como é lindo o pôr do sol
Em dia de maré cheia
Ou te conte uns segredos ao pé da calma
Alguma coisa que mexa com sua alma...
Não me percas antes que eu te leve pela
mão
Para ver as cores dos espaço-tempo do dia
Que eu te conte, em meu abraço
Que és parte do que me traz alegria...
Não me percas antes que eu confesse
Como sinto falta do teu cheiro no meu
paladar
E como penso em ti quando é dia de lua
crescente ou cheia
Não me perca antes de me encontrar.
Que somos efemeridade
E é tão raro...sentir
Sentir! Mesmo.
No gesto e gosto... um elo se formar
Ou me perca de uma vez
Que é p´ra eu me procurar...
#
Do primeiro ao último Poema
Como à primeira
Teu beijo que me veio
Em um dia de maio
Agora que Junho vem...
e leva o inverno do equador
Quero as delicadezas de quem encontrou
Alguma coisa terna e macia
Ainda que sem procurar
Como uma nuvem que se fez
Para nascer o arco-íris
Na grata surpresa da reinvenção do sol
Após a chuva molhar...
Quero à moda antiga
E também à feira mais moderna
Manter a porta de casa
E as janelas da emoção abertas
Qualquer coisa, em qualquer dia
De um dia comum
Até onde a vida permitir
...Que seja bom!
E se a gente perder o tom ou virar a maré...
Que não seja uma rima triste
Mas sim, a curva de uma estrada bonita
As palavras e versos mais simples
E as mais singelas
Que não seja eterno
Pois já disse o poeta, é – bruta- chama
Mas que valha o risco e à pena
Do primeiro ao último poema.












