Poesia, Filosofia de boteco, Observações do Cotidiano e o que mais vier p´ro mundo da lua! ;)
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CONSIDERAÇÕES SOBRE O BLOG :1 - Viva a liberdade poética e a proteção aos direitos autorais!Toda vez que posto algo,indico autor. Se não o faço, é porque é a autora quem vos posta.2) Imagens? -Dr.Google. Exceções? Indico autoria. 2) -Poemas,velhos caducos que falam de tudo.NEM SEMPRE FALAM DO QUE SINTO! ... ***quem dera...***
Não haverão auroras iguais Mesmo as boreais- A vida move, a gente move - E o tempo é uma criança que brinca e dorme Acorda novinho em folha, a cada manhã... Por isso, cuido daquilo que quero que permaneça As rosas de meu pequeno mundo são tão únicas! E compreendo mais a dor do pequenino princepezinho Que sentia fundo cada passo do caminho... Tal qual o doce visitante Também exploro planetas e sóis E depois viajo de volta a mim Mesmo sabendo que nem isso é igual - Há sempre um
agricodoce entre o açúcar e o sal- E 2024 vai embora e leva junto Alguns abraços que não mais terei... E 2025 nasce e traz consigo Coisas que eu tanto sonhei! Seguro um pouco o ar só para prender o instante - Mas que bobagem! Tal como eu, o vento e o dia Estão em sua própria viagem... Não há precisão! Entre despedidas e cheganças Cada encontro é de ser regado...elo cultivado, cuidado:
Amado!
Ou, desfaz-se na imensidão E dele só resta...A´Deus e Oração! #
...Quando eu era jovem o suficiente para acreditar que as nuvens eram de algodão doce, não dormia à noite, pensando em um jeito de chegar lá. E eram noites incríveis aquelas, regadas a música, lirismo e um bom livro ( tu sabes que só se vai ao céu,amigo, pelas páginas encantadas de um livro ou de um amor).
...
Quando eu era jovem o suficiente para acreditar em contos de fadas, podia gastar a vista de tanto ler sabrinas, julias, escondidas dentro de um livro de Stephen Hawking, que era meu jeito de misturar paixão e filosofia, longe de Kafka ou Jane Austen. Hoje brinco com minha própria Júlia e com Ana, e elas sim, sabem renovar minha fé...
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Quando eu era jovem o suficiente, não apertava a mão de quem não apreciava e virava o rosto mas não cumprimentava gente chata, para a vergonha e horror de meus pais, irmãos, tios e amigas...
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Quando eu era jovem, tomava banho no igarapé da fortaleza e depois fazia castelos de argila, que é a areia do nortista - e rola um fuxico que é também a matéria com que Deus nos fez.
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Quando eu era jovem tinha certezas, deitava no asfalto e sentia as gotas de chuva caírem no rosto, não misturava manga com leite nem sob decreto e chamava todas as pessoas mais velhas de "Tio".
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Quando eu era jovem, ligava para meu pai, quando me faziam chorar e às vezes, podia vê-lo aplicar a sua justiça pouco convencional - de onde aprendi a amar anti-heróis.
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Ah! Quando eu era realmente jovem, tinha um plano, um plano mesmo, todo certinho, de vida, um projeto bem 'grandão' a ser executado. Tinha pouca memória, muita ansiedade e a bagagem cheia de certezas.
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Hoje, rabisco lembranças, faço planos menores, sou feliz no agora e ainda acho graça, enquanto revejo e refaço planos e agendas.
E cuido com zelo e apreço minha feliz coleção de perguntas.
Gosto muito da filosofia implícita que originou cada palavra de nossa língua materna. Penso que cada uma delas quer dizer muito mais do que simplesmente é...basta consultar sua história. Por exemplo, hoje é o dia nacional da Gentileza, uma das minhas palavras preferidas.
Gentileza é palavra oriunda do latim “Gen”, que significa conjunto de pessoas que possuem origem em comum, ou “Gentilis” , aqueles que são de mesma família ou clã. Assim, ser gentil é tratar como igual como igual, ou... ‘como gente’. A palavra tem também um antônimo em latim, ‘gentios’, que significa ‘estrangeiro’.
O conceito evoluiu dentro deste contexto de honradez, com acepção mais ampla do que a mera cortesia (atos da corte). A cortesia é ato, fração externa da atitude. Gentileza é gesto, carícia humana, parte essencial à formação de um bom caráter.
Portanto, para mim, é gentil quem tem gestos de bondade, de respeito e de proteção ao Universo individual que é ser humano. É gentil quem preza a honestidade, quem vive de acordo com que acredita, quem ama e dá amor como deseja ser amado, é gentil quem atravessa a vida sem ferir, tratando cada pessoa como a um familiar, na mais perfeita acepção que originou a palavra Gentilis.
Tratar com cordialidade é ato de boa educação. A cortesia é ato ‘gentio’, externa e estrangeira à pessoa. Tratar com gentileza é uma conduta...é, gentileza é mesmo uma lindeza de palavra. Sei também que, em um mundo tão complicado, onde o ego(ismo) impera, o conceito acaba por encolher. É uma pena.
Mas confesso que tenho sorte, pois nesse maravilhoso Universo, sei que desperto muito desse sentimento nas pessoas que sopram sua brisa sobre a minha vida. E, por justeza de caráter, é de mim fazer o mesmo, em um tipo de reciprocidade natural e feliz...é, sou uma velha boba mesmo. E gosto.
Aliás, isso recordou que, há um tempo atrás, li um livro intitulado "O poder da Gentileza". A titulação trouxe a reflexão de que, se nós somos os heróis e os vilões desse imenso mundo, que nos cobra o exercício do contrário para sermos justos e corretos com a vida e com o outro, ser gentil é ter UM SUPER PODER, conferido pela Bondade.
Que não acredito em Adeus Sigo, em par com os meus Fincados de raiz no peito...
Eu, que raramente versifico perdas Mas conheço de cor a ritualística da dor Sei como é difícil sentir saudades Esse silêncio tão preenchível pelo amor...
Que gosto de conversar com as nuvens Com o ar e os cheiros do Amazonas Que penso que a presença é muito mais do que estar em carne viva Mas sim, ter a latência ativa do ser e estar...
Eu, Que não acredito em Adeus Sigo em par com os meus fincados de raiz no peito...
Deve ter havido algum engano, porque em algum lugar do
planeta, dizem por aí que um ser elementar mudou de rota: saiu de um espaço
existencial para outro, sem deixar de ser e estar.
Não, não falo de uma deidade.
Falo de um tipo diferente de criação: Um tipo muito humano
mesmo de gente, que alegra a toda forma de Criador. Gente macia que, uma vez a cada trilhão
de existência, a eternidade deixa vir para a matéria, por um tempo (in)finito,
para partilhar conosco, os que por aqui ainda vagam.
Gente macia é tão difícil de encontrar...lá, do outro lado,
eles são ‘os elementares’.
Não confundi-los com divindades, os elementares nunca
poderiam parecê-las, pois são cobertos de uma humanidade latente, ambiguidades
que perfazem o ser complexo e natural.
Aliás, tão naturais que foram criados da mistura particular
não da água e do barro, mas de todos os elementos, daí serem ‘por lá’
conhecidos como elementares. Foram feitos compostos do ar, da água, do sal da
terra, feitos pelas mãos da mistura de todos os tipos de Deuses, os ‘Supremos’.
Os elementares vem ao mundo para serem muito humanos! O tipo
de matéria humana que os criadores realizaram sorrindo...aqueles que a quem chama, em
particular, de ‘amigo’.
Uma curiosidade: é com eles que os “Supremos’’ gostam
de sentar para saber como é experienciar detalhes curiosos da experiência
humana: as doçuras e lanhuras da paixão, as histórias de um Estado em
Construção, as piadas sujas e limpinhas tecidas no meio fio de uma mesa de bar
entremeada quase ao meio fio e até, pasme, as linhas edificantes e edificáveis
das mesas dos meritíssimos e veneráveis.
Claro, os Supremos não são afeitos a estas ultimas coisas,
construídas pela mente humana. Mas, os elementares, quando as compõe, fazem
dessas uma experiência de partilha, humildade, conhecimento e entusiasmo, e o
entusiasmo genuíno encanta qualquer tipo de consciência e onisciência. ...
Ah! Os elementares, por aqui chamados de ‘gente macia’.
Gente macia não gosta de palco, não faz alarde, não
apresenta títulos: antes, contribui com o aprendizado, é discreto na fala e
gigante no doar tímido que compõe toda partilha confortável. Gente macia, do
tipo que a gente de sente confortável em enviar um poema, em deixar a pele da
alma à ‘mostra’, sabendo que não receberá de volta nada dolorido...Gente macia
nos faz rir de uma piada pronta ou criada naquele momento, mas sabe piada
bacana? Aquela em que todo mundo ri?...ou que, quem não ri é meio abestado?
Gente dessa natureza - os elementares -a gente vai contar no único dedo da mão às vezes,
e mesmo assim precisa agradecer ao infinito pela graça do PRESENTE.
Presente que, de tão real, jamais ‘foi’, mesmo quando se
ausenta - pois os elementares integram-se à matéria tocada: é impossível não
tocar em um elementar e não cair de afetos e ser alterada por sua consubstancialidade
com o Universo: Um elementar é parte do todo.
Dito isso, é impossível que se diga ‘foi’.
Eu preciso confessar a você, caro leitor: Eu conheço um
elementar.
E oque eu conheço é feito de tudo aquilo que
disse acima, e guarda suas peculiaridades: Foi feito de matéria amazônica, dos
muitos sóis do equador. É composto das sombras do solstício, do cio e do ócio da
linha que nos divide em metades, das borboletas e ipês amarelos que enfeitam a
JK todo insano setembro e que dançam suas flores pela Universidade Federal do
Amapá...
Por isso, digo e reafirmo: Deve ter havido algum engano,
porque em algum lugar do planeta, dizem por aí que um ser elementar mudou de
rota: saiu de um espaço existencial para outro, sem deixar de ser e estar.
Mas eu o vejo ainda hoje, pois em pleno Outubro, faz um sol
macio e uma borboleta amarela dança, livre pela JK.
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Saiu das linhas dessa crônica molhada de teimosa água:
Um grande abraço, Fernando.
O engano, tu sabes e eu sei, é certamente uma brincadeira, um conto surreal teu com essa grande charada, e os personagens somos todos nós. Que bom
que eu sou aquela que, na tua escrita, sabe que, por seres elemento vivo da
Amazônia, segues conosco. E tem muitos outros, tocados pela tua
existência, que também sabem.
Eu vou sentir saudades, por um tempo...depois,vou amar te
reencontrar.
(P.s: ''Deve ter havido algum engano'' é uma variação de uma das traduções de 'O Processo', de Kafka, que emprestei, pois parece muito surreal ou absurdo. Esse conto não está revisado, pois estou 'lua velha', empalidecida e empalidecendo e sem todas as letras que moram dentro da boca e da alma...)
*Essa música é uma das melhores canções de amor dos últimos 3 anos...
(P.s: Nada de referências.rs. Arte é arte e é sempre maior que o contexto. Fiz o poema para a canção, mas adoraria que fosse autoral sentimental, como merece.)
Passaram tinta cinza na palavra 'saudade' do muro do antigo CCA...-
Os correios deixaram de entregar mensagens de amor
Nunca recebi uma carta perfumada,
Não é minha esta noite enluarada no equador
E, a despeito de mim, faz um estrondoso calor...
Deslumbro com a dança as folhas secas do eterno outono-verão
Com a marcha de formigas que calmamente ensina o poder da união
E as borboletas amarelas e seu balé de quimeras em Setembro anunciam
Que é primavera! é primavera equinocial....
Há um Rubem Alves novo na livraria
recados deixados na estante de sua emoção
relicário, epitáfio de lições dispostas em capa colorida
Pequenos pedaços de filosofia mansa e macia
Ah! Meu velho amigo, tu nem sabes...
Mas, ainda hoje foi manchete no noticiário:
descobriram uma nova lua em um outro planeta
A milhas e milhas, anos-luz afora deste sistema solar,
A exótica harmonia existencial não pára de se desvendar!
- E nada, nada disso é por mim.
É apenas a ordem natural do Universo...
Ainda assim, escrevo, contemplo, disperso!
Sinto cada pequena emoção e geografia
Pois, bem sei, diploma e sina de poeta
É beber o mundo na taça da poesia.
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Escorreu do poema: (E de ressaca poética
carregar o peso e a leveza de seu próprio coração,
Desmanchar de amores pelas cores da estação... )
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*Para o dia internacional do poeta - o diplomata entre a palavra e a contemplação, em 04.10.2018, republicado agora, porque a poesia ainda é parte do que me faz forte...e feliz.
Meu universo toca o teu: é fato Mãos que já foram continentes formam nós Um repente, Gesto que me leva até o teu olhar...
Meu corpo feito estrelas, no teu: constelação! Não é poesia, meu bem, - É uma constatação - Certeza que se firma com sua luz particular...
Meus olhos que já foram parte das águas Quem sabe, do nosso Amazonas Desaguam mansamente nos teus Fluem calmamente, e ainda assim: é preamar...
De pré-amar fomos assim: Convite ao cinema negado Aquela ligação recusada... O medo, as cascas, as marcas partilhadas...
De bem viver somos verdadeiramente: o próprio big bang De um tipo novo de mundo a ser descoberto! - Magicamente programados Para acontecer no tempo certo -
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Sobre o poema do dia: Um 'amor de cartas claras sobre a mesa' é o que desejo a mim, e a ti, que me lê!
Porque alguém do meu ciclo de afetos conheceu esse amor e eu celebro por poesia. :)
Enquanto escrevo, papéis de carta enfeitam a cor dos dias...
Faço perguntas tolas para o céu:
Não sei se sou quem deveria ou escolhi me ser
No meio aleatório de coincidências e possibilidades
creio num pai bondoso que decide nos dar o dom do movimento
De fazer acontecer.
Como um jogo de xadrez:
a gente analisa as perdas e ganhos de cada movimento
Mas, por um segundo desatento, podem se perder grandes chances
É então que Ele, grande força amável e tolerante
acerta o tempo e reescreve o instante.
É, o tempo é sempre bondoso, mesmo quando não deveria
E nos diz entre o certo e o errado
Verdades que nenhum de nós, antes do exato momento
Acreditaria.
Então,
"Estava escrito", ou... "tinha que acontecer"
Mas a estrada é sempre nossa
E nosso é o dom de fazer valer.
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" Maktub,Particípio passado do verbo Kitab.É a expressão característica do fatalismo muçulmano.Maktub significa: "estava escrito"; ou melhor, "tinha que acontecer".Essa expressiva palavra dita nos momentos de dor ou angústia,Não é um brado de revolta contra o destino,Mas sim, a reafirmação do espírito plenamente resignado diante dos desígnios da vida " (Oriente, na canção "Vida longa, mundo pequeno")
Bons caminhos, para mim e para ti, que me lê.
*Republicado, pois foi acessado e me reencontrei na escrita.
Por enquanto ainda teço poemas e observo o formato das nuvens (E tomara que sempre ache tempo para regar o jardim) Por enquanto sonho coisas que vejo nascer, depois de esforço regado (E gosto disso) Por enquanto, percebo delicadezas. Belezas que se transformam. Realmente, gosto... Por enquanto, tenho mais estrada pela frente do que pés cansados E me entusiasmo com as possibilidades da mesma forma que corro para fazer acontecer. Mas também amo ficar de 'bubuia' quando chove (de longe, meu tempo favorito). Por enquanto, ainda emociono com histórias de amor E acredito em livros antigos, antigas profecias... Na mesma proporção em que, longe de apenas sonhar, aproveito os perfumes e cores do dia... Por enquanto, ainda me falta ler mais. Conhecer mais, Doar mais, amar mais, ampliar o Universo, crescer... Debater política, religião, futebol, mpb, bossa, rock, blues e jazz... Por enquanto, eu me entusiamo para a vida e transformo qualquer dor Em motivo para ser mais terna... A verdade é que, o dia em que tudo isso deixar de fazer parte, não quero mais estar aqui. É que, 'no meu tempo'...que é 'sempre agora', tudo não é, está... Existir é mágico. Mas apenas quando notamos que nada acontece no ontem ou na eternidade. Mas em um tempo chamado...' por enquanto...' É que, por encanto, a gente sempre se transforma.
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Fazia tempo que não escrevia como a 'velha boba'.
Estava com saudades de escrever por ela, que mora em mim. :)
*Republicado de 14.05.2019, porque foi acessado e ecoa em mim com tanta verdade...é que, por enquanto, sigo tão entusiasmada quanto encantada com as borboletas amarelas da estação...
Eu sou um caos, meu bem: Caleidoscópio muito louco de emoção Um giro, um gole, uma rodada: Viro o Jogo Em muitas direções...
Mas eu sou lenta, atenta: acredite Para tudo que faz rir... Leio poemas para lembrar que, apesar da loucura aleatória, A vida é verdadeiramente boa!
E eu sou terna, sabes? Do tipo que enxerga pequenos detalhes A cor da lua, a pétala que caiu e formou aquele resto de desenho de coração As linhas que desenham e caminham para unir...minha mão, tua mão...
Eu sou um caos, não duvide: Vou te viciar nas muitas histórias que tenho para contar ao mesmo tempo Vai ser uma maluquice só nossos domingos - Vamos brincar de descobrir o mundo ...
E o cotidiano vai ser assim: bem antiguinho Rotina, bons dias, caminhadas no parque Ares de café pela casa toda vez que cair a nossa tempestade Aquele cheiro equatorial que invade a sala só para lembrar o quanto amamos o agora...
E se for de ser, vai rolar, meu bem... Se tu chegar às seis, eu chego também Ou talvez só um pouco atrasada, mas não 'dá em nada' Eu compenso o tempo perdido com mais e além...
E quando for de ser, podes vir,
Já perfumei o ar e 'arrumei a casa'
Deixei tudo fresquinho, curei meu par de asas
E Deus soprou seus ventos, antes de dizer bem-vindo...
Assim, é de mim e de ti, que me lê, a obrigação e o prazer de direcionar nossos esforços no Universo, para esse bom caminho. Assim seja! <3 *Republicado de 27.01.2017, pois está entre os poemas acessados e, por curiosidade, acabei de ver.