Para ser compreendida
Depois disso é bobagem
Vira longa-metragem
Por acaso estendida
Fora o essencial
Nada mais é natural
Vira apenas suporte
Pena a vida não ter corte".
Poesia, Filosofia de boteco, Observações do Cotidiano e o que mais vier p´ro mundo da lua! ;) . . . . . . . . . . . . . . . . . CONSIDERAÇÕES SOBRE O BLOG :1 - Viva a liberdade poética e a proteção aos direitos autorais!Toda vez que posto algo,indico autor. Se não o faço, é porque é a autora quem vos posta.2) Imagens? -Dr.Google. Exceções? Indico autoria. 2) -Poemas,velhos caducos que falam de tudo.NEM SEMPRE FALAM DO QUE SINTO! ... ***quem dera...***
Luz! #
“Ainda é cedo, amor...’’Mas se quiser vir, venhaBrincamos de colorir estrelasVer chover cometasPsicodelia passional...Que sorte encontrar um louco para contemplarA luz da estrada!Os loucos, meu bem, salvarão o mundoDa assepsia dos aflitos por racionalidadeAfinal, sabemos segredosÍntimos demais para serem partilhadosCom elesQue estão doentes de uma ciência sem paz...Mas,Não me faça chorar,Somente às madrugadas, quando me amarE tua alma dançar para mimSabe, eu te quero assim,Como ésSem contos de perfeiçãoBruxas e fadas soltas, mágicasMilagrosamente salvas pela nossa emoção...
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Mas a gente era muito 'marginal', sem tablet ou videogame. À noitinha, antes da novela das nove, sagrada para todas as mães, tinha um “Onde eu mandar, vô. E se não for? Apanha um bolo”. E a criançada se divertia para trazer a primeira folha amarela da mangueira do vô, uma 'pedra branca' ou a lua e as estrelas, a depender da criatividade da “mãe”.Aquela máquina de Digitar afetos
Nunca mais escreveu a palavra "Meu amor"
Por onde andas,
Afinal?
Verbo que é cheiro
Quanta falta tu faz em meu jardim...
Nem sempre fui assim, tão dislexa à paixão
Já fui mais atenta ao meu próprio coração
Mas a vida é assim,
Depois que passei a usar relógio
O tempo caçoa de mim:
- Faz com que tudo tenha exíguo começo, meio e fim -
É que o amor não cabe no curto espaço de 24 horas
isso aos poucos, creia,
A tudo devora -
E apavora
Mas... acalma, Coração
- Quem sabe ainda temos
Uma eternidade a mais
Na próxima Oração -
Quem sabe a gente se tropece
Em meio ao burburinho de um café
Quem sabe aquele velho ditado (Clichê)
Ainda esteja de pé
Ah! Incerta beleza de existir.
O verbo futuro é ingrato
Descumpridor nato
De
quem achamos que seremos...
Faz tempo que não chove em Macapá
Mas o Equador vira água num súbito instante!
Quem sabe a vida seja assim: de se sentir o sabor
E agora, sob o intenso calor,
Me demoro a tentar compreender
O porque essa máquina (de bater)
nunca mais digitou a palavra
"Meu
amor"...
Sonhar meus próprios horizontes
E toda sua imensa rima
Remar meu próprio verso
(Despreocupar do resto)]
O mais...ah! Deus ensina.
Desaprender teorias
E conformar a batida do meu coração
Desafiar meus limites
Amar o instante,
Entender meu irmão.
Sei, não é fácil viver.
Mais difícil ainda é desistir
Melhor então...aceitar o virar da maré
E entender que o sabor do futuro é um talvez
Mesmo o vento não faz a curva de uma só vez...
Eu me encontro comigo
E dou ao meu próprio tempo um novo sabor
Gosto mais da mulher ao espelho
Seus sabores e entremeios
Seus vícios e anseios.
E nesse multiverso de tantas descobertas
abraço tudo que me aquece,
Meus laços de amor mantenho fortes
Para não esquecer quem sou e fui
E assim, mais dona de mim
Dou meus mais que bem-vindo amanhã!
Construção do Amado instante!
E assim adeus, passado!
Por outro lado,
A tudo isso: Gratidão!
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Que a gente sempre esteja perto de tudo que nos leva ao melhor em nós.
LUZ!